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Bem-vindos à Comunidade Gente Decente
Petralha é engraçado mesmo. PDF Imprimir E-mail
Notícias - Política
Postado por Manoel Santos   
Sex, 18 de Maio de 2012 22:59
Leiam que depois eu volto.

Petistas sugerem que caso Cachoeira conduza à reforma política
Diretório nacional aprova resolução defendendo o financiamento público das campanhas eleitorais

Elder Ogliari


PORTO ALEGRE - O diretório nacional do PT pediu "apuração ampla" de todas as denúncias relatadas nas operações Vegas e Monte Carlo da Polícia Federal durante as investigações da CPMI do Cachoeira do Congresso Nacional, em resolução emitida ao final de uma reunião ordinária em Porto Alegre, nesta sexta-feira, 18.

No documento, os dirigentes partidários afirmam que "a CPMI poderá elucidar a infiltração do crime organizado e da corrupção na alta política nacional, como foi a tentativa denunciada em escutas oficiais de que o meliante Carlos Cachoeira pretendia fazer nomear o senador Demóstenes Torres (ex-DEM) para o Supremo Tribunal Federal" e consideram que "tal fato não encontra paralelo na história do Brasil: um assecla da organização criminosa ser guindado à mais alta corte do País".

Na sequência, o texto afirma que "é fundamental mobilizarmos a sociedade em defesa de uma ampla apuração de todas as denúncias relatadas nas operações da Polícia Federal, bem como de todas as ramificações da organização criminosa, doa a quem doer, pois ninguém, na área pública ou privada, pode situar-se acima da lei".
Também faz referência aos meios de comunicação.
"Entre as denúncias que precisam ser apuradas a partir de elementos probatórios em mãos da CPMI estão as relações entre o crime organizado e alguns órgãos de imprensa. O que está em jogo é a apuração de fatos criminosos, não os ataques à liberdade de expressão, como tentam confundir setores da mídia conservadora. Quanto aos meios de comunicação, reafirmamos a resolução aprovada no 4º Congresso do PT: Para nós, é questão de princípio repudiar, repelir e barrar qualquer tentativa de censura ou restrição à liberdade de imprensa".

A resolução reitera, ainda, que "os fatos revelados reforçam a urgência de reformas de fundo no sistema político e nas instituições nacionais, especialmente o financiamento público das campanhas eleitorais, com mais fiscalização e transparência em todas as esferas da política".

Nas entrevistas, os dirigentes petistas evitaram comentar a mensagem que o deputado Cândido Vaccarezza (PT/SP) enviou na quinta-feira ao governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), na qual teria dado a entender que o destinatário não seria convocado a depor na CPMI. "Achamos perfeitamente razoáveis as explicações dele (Vaccarezza) e reafirmamos que não há nenhum interesse de deputados e senadores do PT em fazer qualquer tipo de blindagem", afirmou o presidente do partido, Rui Falcão, referindo-se às justificativas apresentadas pelo parlamentar de que o governador não está entre os investigados e, por isso, não precisa ser ouvido. "A CPMI pode trazer resultados importantes, como enfatizar a necessidade de financiamento público das campanhas eleitorais", reiterou Falcão.

O presidente da Câmara Federal, Marco Maia (PT), disse que Vaccarezza "é livre para conversar e tratar com quem bem entender; isso não altera o trabalho da CPMI", mas propôs que se dê ao deputado federal a oportunidade de explicar em que circunstâncias ele se comunicava com Cabral. Também ressaltou que "todos aqueles que de alguma forma tiveram contatos com Cachoeira deverão ser ouvidos".


Notaram o primeiro grifo lá em cima?
Pergunta:
Quem introduziu Cachoeira no cenário nacional?
Zé Cagão Dirceu. El guerrillero de las sombritas.

Quem foi consultor da DELTA, parceira de Cachoeira, para enfiá-la na roubalheira do PAC?
Zé Cagão Dirceu. El guerrillero consultor de "bandiditos". 

E eLLes fazem tudo isso em documento oficial do partido, ou melhor, SOC - SOFISTICADA ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA. 

Viram KILINDO o segundo grifo?
Investigar tudo? Tudinho mesmo?
Sigamos com uma ótima pergunta para ser investigada.

Antes del Cagòn, a Delta era nada. Depois del Cagòn, a Delta passou a ser quase tudo no quesito obras do PAC.

Como se deu esse milagre meio pallociano de ser?
Se deve realmente doer em que deva doer, que se comece doendo nos fundilhos do dono DA CONTA CURRAL.

Melhor:
Quanto de grana vinda da Delta foi parar na tal CONTA CURRAL DE DIRCEU QUE GILBERTO CARVALHO E GREENHALG CONHECEM BEM?

E no terceiro grifo, a cara del Cagòn: O ATAQUE DESMIOLADO CONTRA A TAL MÍDIA CONSERVADORA.

Nós temos que começar um movimento nas redes sociais, em sites e blogs, facebook e mais o que der na telha, para EXIGIR a cassação do resgistro partidário desta quadrilha de vagabundos safados e seus argumentos idiotas vindos de um desgraçado milionário por transações excusas que faz. 

Alô Polícia Federal, alô Ministério Público, alô partidos de oposição, queremos saber:



ONDE ESTÁ A CONTA CURRAL DE DIRCEU


QUE GILBERTO CARVALHO E GREENHALG CONHECEM?


RELEMBRANDO:
 


GILBERTO: (inaudível)...
HUMBERTO: Fala GIBA...
GILBERTO: E ai tudo bem?
HUMBERTO: Tudo bem, deu uma enrolada ai, a ANDREIA te passou um negócio?
GILBERTO: passou ...
HUMBERTO: Aquilo ali e passar pra ele, que ele tá nesse assunto... aí saiu essa matéria e tem mais esse documento que eu achei ele bem feitinho... dá pra ele ter uma noção aí das coisas...
GILBERTO: então tá.
HUMBERTO: E ai é seguinte... e eu não vou né... e ele vai viajar, então vai ficar pra semana que vem mesmo, e o que ficou acertado que se por acaso você tiver com ele ou qualquer coisa que o valha, é o seguinte: tá decidido aqui, fazer em duas vezes a consultoria dele lá... "conta-curral"...
GILBERTO: Tá...
HUMBERTO: 50% já e 50% na hora que for aprovado lá no meio ambiente...
GILBERTO: Tá...
HUMBERTO: E, ir direto as...
GILBERTO: Oi... alô... alô...
Fim da ligação

Análise: HUMBERTO JOSÉ DA ROCHA BRAZ, conversa com GILBERTO (possivelmente GILBERTO CARVALHO, assessor do gabinete da Presidência da República e pessoa diretamente vinculada a JOSÉ DIRCEU DE OLIVEIRA SILVA ex-Deputado Federal) e diz que a ANDREA (possivelmente ANDRÉA MICHAEL, jornalista da Folha de São Paulo) vai passar para "ele" (JOSÉ DIRCEU) aquela matéria, que está muito bem feita. Que será realizado o pagamento referente a "Consultoria" de JOSÉ DIRCEU 50% agora e 50% quando for aprovado lá no "MEIO AMBIENTE" (aparentemente se refere ao Ministério do Meio Ambiente), e a "consultoria" seria paga em uma "conta-curral", podendo significar pagamento no exterior com sonegação de impostos e evasão de divisas.


 

 
 
Então Lewandowiski, passe para outros. PDF Imprimir E-mail
Notícias - Política
Postado por Manoel Santos   
Sex, 18 de Maio de 2012 22:49
Lewandowiski disse que o MENSALÃO DO LULLA será julgado ainda este ano. Só não disse em qual dos que ainda faltam ser concluídos.
Esse sujeito é uma piada e ainda se dá ao luxo de fazer piadinhas sem graça.
Disse mais:

"Quanto mais cedo puder julgar é melhor. Estamos trabalhando para ser o mais rápido possível."
Cascata, não está. Se realmente estivesse saberia, por exemplo, da total digitalização da penca de folhas e não teria tomado um pito de Quincas.

Segue ele, como vocês podem confirmar abaixo:
"No meu gabinete há o processo que envolve a CPI do Cachoeira, tem muita coisa para fazer".
É simples amiguinho do Dirceu, passe alguns processos para outros colegas e cuide do MENSALÃO DO MARIDO DA MULHER QUE LHE INDICOU após a troca caseira de receitas de bolinhos em uma cândida cozinha.


Julgamento do mensalão ocorrerá neste ano, afirma Lewandowski
Para revisor do processo no Supremo, essa é a expectativa dos ministros e da sociedade

Evandro Fadel - O Estado de S. Paulo

CURITIBA - O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), revisor da ação penal sobre o mensalão, garantiu nesta sexta-feira, 18, em Curitiba (PR), que o processo será julgado ainda este ano. "Este ano ainda julgaremos. A expectativa é não só dos ministros, mas da sociedade e também minha", acentuou.

Para que isso ocorra, Lewandowski declarou que tem trabalhado "intensamente". "A equipe de meu gabinete está praticamente toda dedicada a isso", reforçou. "Quanto mais cedo puder julgar é melhor. Estamos trabalhando para ser o mais rápido possível."

O ministro ponderou, no entanto, que tem muitos outros trabalhos além do processo do mensalão, e que trabalha às noites e fins de semana. "No meu gabinete há o processo que envolve a CPI do Cachoeira, tem muita coisa para fazer", afirmou, durante o Congresso Brasileiro de Direito Eleitoral.

Mais tarde, a ministra Cármen Lúcia, que também participou do evento, disse que está pronta para o julgamento. "Da minha parte, estarei habilitada a votar na hora em que ele for colocado em pauta", garantiu. "Nós somos servidores e queremos dar respostas o mais rápido possível." Ela reforçou que está "estudando há algum tempo" o processo, assim como seus colegas.
No entanto, disse que não tinha como prever uma data, visto que dependeria do relator, ministro Joaquim Barbosa, que já o entregou ao revisor, Ricardo Lewandowski, e, finalmente, do presidente do STF, ministro Ayres Britto, colocar em pauta.

Segundo Cármen Lúcia, a demora deve-se ao fato de que não é comum ações penais serem apreciadas no STF, além do que há 38 réus e mais de 600 testemunhas. "É um processo longo", ponderou. "Se fosse (julgado) em primeira instância, o juiz talvez não tivesse todo o aparato necessário para chegar a esse julgamento."

Ficha limpa. Presidente do Tribunal Superior Eleitoral, a ministra disse que esta será a primeira eleição com a Lei da Ficha Limpa em sua integralidade. "Todo o rigor será aplicado no sentido de que a lei seja cumprida", afirmou. "A lei tem eficácia jurídica e social, pois teve iniciativa dos cidadãos que esperam que ela seja cumprida."

No entanto, ela acredita que o cidadão tem se mostrado mais atento. "Sabe que não é só votar, mas ter ciência de quem é o candidato", disse.

Cármen Lúcia manifestou apreensão em relação ao número de juízes que trabalharão nas eleições de outubro. Ela disse que, no curso de um ano, já foram enviadas 27 listas de juízes efetivos e substitutos para a Presidência da República. Ela destacou que recentemente voltou a encaminhar as listas demonstrando sua preocupação. "Acredito que a presidente vai atender", reforçou a ministra.

 
Dora Kramer - Estado de São Paulo PDF Imprimir E-mail
Notícias - Política
Postado por Manoel Santos   
Sex, 18 de Maio de 2012 22:46
A lição da memória


dora_kramerFoi bonita a festa da instalação da Comissão da Verdade e sobre isso, noves fora quem deve e teme, há consenso. Cerimônia sóbria e cheia de simbolismos, a começar pela presença de ex-presidentes da República que tiveram significados específicos e papéis diferentes na História do Brasil.

Até quem fez mais feio ao seu tempo estava lá como que a representar a capacidade de um País de enfrentar processo inédito de impeachment presidencial sem abalar os alicerces da ainda verde democracia recém-conquistada.

Não faltou o reconhecimento póstumo a Tancredo Neves e Itamar Franco, ficando de fora qualquer citação aos comandantes em chefe do período autoritário. Espera-se que os militares não vejam nisso uma provocação: o ato celebrava a democracia que não cuida de homenagens a ditadores.

Sim, senhores, a palavra é essa. O regime era de exceção, de supressão de liberdades e garantias constitucionais, entre elas o da escolha pelo voto. Portanto, tiranos seus governantes.

Dizer as coisas com clareza denota a existência de sentimentos revanchistas? Depende da interpretação referida no grau de ameaça percebido pelo espectador engajado no processo.

Há reclamação por parte de militares que temem ser expostos à execração pública justamente no momento em que o sentimento predominante na nova geração das Forças Armadas é o de que o poder político pertence à sociedade civil.

Há argumentação por parte das vítimas do Estado de que não faz sentido considerar o critério dos "dois lados" no trabalho da Comissão da Verdade.

Ora, não tendo lei caráter persecutório, tratando-se apenas e tão somente do levantamento de informações, estamos diante de uma discussão vã por óbvia a necessidade de se resgatar a história completa. Sob todos os prismas.

Não havendo punições, não há problema algum nas revelações. Pertençam elas a que "lado" pertencerem, desde que se dê aos brasileiros já nascidos na democracia a noção do valor da liberdade e do perigo contido no despertar de soluções autoritárias.

Por qualquer motivo, referentes a qualquer setor.

Conceito de ética.
O governo do Rio de Janeiro já mostrou o quanto é hesitante no que tange a normas de condutas para seus integrantes. Primeiro o governador Sérgio Cabral Filho precisou ser flagrado em óbvio desvio - viagens de helicóptero e festas a expensas de empresários fornecedores ou dependentes de decisões de governo - para criar um conjunto de regras de comportamento, revisto em decorrência do enredo guardanapos na cabeça no carnaval parisiense recentemente exibido.

O alcance da comissão de ética deixa de fora o governador e o vice. Até aí, soa meio esquisito - a inclusão teria um efeito simbólico exemplar -, mas segue o critério da comissão federal que também não tem poder sobre a Presidência da República.

Inaceitável, mas não dizer burlesca, é a decisão de manter em sigilo as sindicâncias até a conclusão dos trabalhos no intuito de "preservar" os investigados.

Para dizer o menos, é uma contradição em relação aos termos de um código de conduta pública. Para dizer o certo, é uma agressão ao artigo 37 de Constituição: "A administração pública, direta ou indireta, de qualquer dos Poderes da União, dos Estados e dos Municípios, obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência".

Espeto de pau. A quase totalidade dos Estados não usou um dia sequer dos seis meses de prazo entre a sanção e a entrada em vigor da Lei de Acesso à Informação para montar estruturas de atendimento ao público dentro dos novos parâmetros exigidos.

Não é mero atraso nem acaso: é descaso mesmo. E fica parecendo falta de confiança na ineficácia prática da lei. Ou seja, os próprios agentes públicos apostam que ela não "pega".

 
ATÉ KINFIM, UFA! PDF Imprimir E-mail
Notícias - Política
Postado por Manoel Santos   
Sex, 18 de Maio de 2012 07:30
Apareceu. Finalmente.
Manchete da capa de política do Estadão dá destaque para Russomano que, segundo todas as pesquisas, ostenta o 2º LUGAR NA CORRIDA PELA PREFEITURA DE SÃO PAULO.

Me digam: não se trata de um milagre?

Russomanno leva PHS e PRP, que negociavam com Chalita
'O PMDB ficou no vamos ver', afirmou o presidente municipal do PHS, Laercio Benko Lopes

Felipe Frazão - O Estado de S. Paulo

SÃO PAULO - Pré-candidato do PRB a prefeito de São Paulo, o ex-deputado Celso Russomanno conseguiu atrair o apoio da coligação PHS e PRP a sua campanha eleitoral. Os partidos mantinham conversas com o PRB de Russomanno, mas estavam mais perto de fechar com o pré-candidato do PMDB, o deputado federal Gabriel Chalita. O anúncio oficial da adesão dos nanicos a Russomanno deve ser formalizado na segunda-feira.

A decisão dos líderes do PHS e do PRP foi tomada na manhã desta quinta-feira. Questionado à tarde sobre a "derrota" na tentativa de conquistar as siglas, Chalita se mostrou surpreso e disse que não estava sabendo. "Eles estão com Russomanno? Não... Pergunta pra eles (o motivo de não ter dado certo)", disse o peemedebista.

O PRB de Russomanno conquistou o PHS e PRP, porque ofereceu ajuda financeira aos pré-candidatos a vereador da coligação. De acordo com o presidente municipal do PHS, Laercio Benko Lopes, o PRB garantiu bancar a estrutura e material de campanha aos pré-candidatos a vereador, como banners, santinhos e carros. "Não fizemos leilão, mas o PMDB ficou no 'vamos ver'...", disse Lopes ao Estadão.

Russomanno se disse "muito feliz" com a adesão dos partidos a sua campanha, sobretudo, porque ambos têm tempo de propaganda em cada inserção do horário eleitoral gratuito, que começa em 21 de agosto no rádio e na TV: "Meu maior problema é tempo de televisão e só vou conquistar isso com apoio de outros partidos."

Ao todo, PHS e PRP pretendem lançar 110 nomes na disputa por vagas na Câmara Municipal. Como têm quatro deputados federais na Câmara (dois cada), os partidos agregam apenas oito segundos de tempo de TV no horário eleitoral gratuito (quatro cada). O posicionamento das siglas é de oposição à gestão do prefeito Gilberto Kassab (PSD).

Em abril, a convenção de PHS e PRP havia atraído, além de Russomanno e Chalita, mais dois pré-candidatos interessados no apoio: Soninha Francine (PPS) e Netinho de Paula (PC do B). Mas as conversas só estavam avançadas com PRB e PMDB.

De acordo com Lopes, também pesou a entrada do presidente nacional do PRB, Marcos Pereira, na coordenação de campanha de Russomanno: "Deu confiança e mostrou compromisso em apoiar nossa chapa de vereadores." Ele afirmou também que os resultados da mais recente pesquisa Ibope, no início do mês, - em que Russomanno teve 16% de intenção de votos, e Chalita, 6% - influenciaram a decisão.

Celso Russomanno já havia anunciado o apoio do PMN e do PT do B.

VAMOS LÁ CRIANÇAS. 

Vocês já pensaram na hipótese de um segundo turno entre Russomano e José Serra em Sampa?
Já pensaram também se, na disputa do segundo turno, Russomano vence?

Meninos, eu juro:

Se isto, por acaso vier a acontecer, me aguardem.
 

 
Editorial - Folha de São Paulo. PDF Imprimir E-mail
Notícias - Política
Postado por Manoel Santos   
Sex, 18 de Maio de 2012 07:24
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Arreglo na comissão

Governo e oposição ensaiam acordo espúrio que confirma prognósticos de omissão e cumplicidade nos mal iniciados trabalhos da CPI

Já cansou, de tantas vezes repetido, o clichê segundo o qual é comum que as CPIs terminem "em pizza". Mais raro, entretanto, é que já comecem nesse rumo.

Um acordo em gestação entre a base governista e representantes da oposição prenuncia esse final infeliz para a investigação sobre as relações suspeitas do empresário Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, com políticos.

Os primeiros requerimentos aprovados deixam claro que a estratégia é restringir o inquérito a personagens secundários do escândalo, poupando governadores suspeitos de envolvimento.

Pesa sobre o goiano Marconi Perillo, do PSDB, por exemplo, a denúncia de ter permitido influências indevidas de Cachoeira em sua administração.

Segundo a Polícia Federal, três cheques, totalizando R$ 1,4 milhão, teriam sido entregues no Palácio das Esmeraldas, sede do governo goiano, por emissários de Cachoeira. Resultariam da venda a ele de uma casa de Perillo, tese que o mandatário tucano contesta.

Há mais: grampeados pela PF, personagens ligados a Cachoeira comemoram nomeações de apaniguados no governo goiano. A chefe de gabinete de Perillo, demitida após a eclosão do caso, teve gravadas conversas suas com o empresário; uma delas se referia cripticamente a "um maior" a seu lado durante a ligação.

Para tentar esclarecer tais suspeitas, seria útil quebrar o sigilo telefônico do governador de Goiás. A movimentação nesse sentido teve, contudo, vida curta. Seu colega de partido e senador Álvaro Dias (PSDB-PR) reagiu na CPI: "Se houver deliberação a respeito do Perillo, vamos dar o troco".

O troco seria requerer a quebra de sigilo de outros dois governadores, estes da base governista: o petista Agnelo Queiroz, do Distrito Federal, e o peemedebista Sérgio Cabral, do Rio de Janeiro, também suspeitos de negociação com o grupo do empresário.

Em conversas grampeadas, assessores de Agnelo Queiroz teriam dito a um aliado de Cachoeira que o "01" queria falar com ele. Assim como no caso do "maior" goiano, nega-se que "01" seja uma referência ao governador do DF.

Um esquema de propinas, ainda segundo a investigação da PF, estaria acertado entre o governo de Agnelo Queiroz e a empresa Delta, que faz a coleta de lixo no DF.

Quanto a Sérgio Cabral, os vídeos de suas confraternizações com o dono da Delta, Fernando Cavendish, seriam apenas uma nota ilustrativa do fausto em que se comprazem os governantes, não tivesse a empreiteira tantos contratos com a administração fluminense.

Tais indícios ficarão no forno, em fogo baixo, até segunda ordem. Só a CPI não vê a gravidade deles.

 
Apenas um idiota transgênico. PDF Imprimir E-mail
Notícias - Política
Postado por Manoel Santos   
Sex, 18 de Maio de 2012 07:12
Não é de hoje que faço questão de bater na tucanada. Mesmo sabendo que para eles eu não existo, é bom que alguns saibam que elles existem para mim.
Sabem também o que penso de Estelita e do homem de balcão de padaria que Serra insiste em acreditar que é marqueteiro, ou melhor, um profissional de marketing.

Mas Estelita é um caso emblemático para este cidadão aqui.
É um daqueles exemplos de "funcionário" de uma outrora grande empresa que, sem profissionais à altura de cargos relevantes, decide promover o faxineiro a diretor geral de algum departamento.

Sob a batuta de Estelita, e com grande colaboração de sua traição explícita em 2010, a tucanada de hoje luta para não se embrenhar pelo caminho da mediocridade extrema que finda na pura e simples extinção.

Embora tenha feito governadores em vários estados importantes, o partido, sob Estelita, jaz no CTI da política.
Obra desta mente iluminada, cujos cordões são manipulados pelo PAC MAN das Alterosas, outro símbolo da mesma traição tucana-2010 e que não consegue representar nada que se possa chamar de OPOSIÇÃO.

Nem mesmo DON CACHAÇONE se empenha tanto em destruir Serra, quanto estes dois meliantes.
E quando a incompetência dos dois vêm à tona?

Correm a implorar a ajuda de Serra que, por idiota e burro, dá sobrevida aos dois energúmenos.

Presidente do PSDB diz que sigla de Kassab é 'acidente de percurso'
Durante fala a empresários e políticos, em Minas, Sérgio Guerra afirma que PSD, que apoia José Serra, nasceu no 'improviso'

PAULO PEIXOTO - FOLHA DE BELO HORIZONTE

O presidente nacional do PSDB, Sérgio Guerra (PE), chamou ontem o PSD, partido do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, de "acidente de percurso".

O PSD de Kassab é um dos principais aliados do PSDB em São Paulo, que tem o tucano José Serra como pré-candidato a prefeito.

As críticas de Guerra vieram durante palestra para empresários e políticos na sede da revista "Viver Brasil", em Nova Lima (região metropolitana de Belo Horizonte).

"Um acidente de percurso é a formação de partidos que nascem da improvisação, entre eles o PSD", disse Guerra, que depois amenizou afirmando não ter "nada contra o prefeito Kassab e muito menos contra o partido dele".

'IMPROVISO'
Ao falar sobre a necessidade de haver uma reforma política no país, o tucano continuou atacando o processo de fundação do PSD.

Ele disse que o improviso acaba resultando na criação de partidos "não pelas virtudes da política, mas pelos defeitos".

"Pessoas que não têm identidade, firmeza e história partidária migram para partido ocasional em brecha da legislação e produz uma força legislativa para negociar com o governo federal", acrescentou o dirigente tucano.

Kassab, que é um dos principais aliados políticos de Serra, criou o PSD em 2011 depois de romper com o DEM e, desde então, iniciou uma aproximação do governo federal. No processo de criação da legenda, ele recebeu ataques do PSDB.

De acordo com Guerra, "esse é o modelo [de partido] que não pode ir para frente, não deve ir para a frente".

Neste ano Kassab sinalizou um distanciamento do PSDB paulista e chegou a negociar uma aliança eleitoral com Fernando Haddad, pré-candidato do PT à Prefeitura de São Paulo.

Com a entrada de Serra na disputa municipal, porém, Kassab recuou e confirmou apoio a seu padrinho político. O atual prefeito foi vice de Serra em 2005 e 2006, assumindo o posto do tucano após esse deixar o cargo para disputar o governo do Estado.

PRESIDÊNCIA
O presidente do PSDB também afirmou que o senador mineiro Aécio Neves é o "pré-candidato real colocado" do partido para a disputa presidencial de 2014.

Para o tucano, Aécio está em vantagem por ter sua pré-candidatura já colocada e por não haver "nenhuma força que faça oposição" a ele internamente.

 
Do Painel - Folha de São Paulo PDF Imprimir E-mail
Notícias - Política
Postado por Manoel Santos   
Sex, 18 de Maio de 2012 07:04
VERA MAGALHÃES - Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

 

Arquivo confidencial
O escândalo que envolve o setor de aprovação de empreendimentos imobiliários da administração de Gilberto Kassab paralisou a Câmara paulistana. Desde que a Folha revelou a evolução patrimonial de Hussain Aref Saab, que adquiriu 106 imóveis no período em que esteve na prefeitura, a base governista esvazia sistematicamente as sessões de comissões e o plenário a fim de evitar o bombardeio da oposição e a convocação de assessores do governo para depor.

Emissários de Aref fizeram chegar à gestão indicativos de que ele estaria se sentindo abandonado e disposto a trazer à tona passivo de sete anos no posto.

Deixa comigo
Embora José Serra procure se desvincular da escolha de Aref, decreto assinado por ele em 1º de janeiro de 2005 avocava para o prefeito a nomeação e exoneração de todos os titulares de cargos em comissão na administração direta e nas autarquias e fundações.

Veja bem
Em defesa do pré-candidato, tucanos afirmam que, em casos excepcionais, secretários poderiam se responsabilizar pelas contratações. O titular da Habitação era Orlando de Almeida Filho, da cota de Kassab.

Espelho meu
Com visual repaginado após intervenção do cabeleireiro Celso Kamura, a perda de 8 kg e o novo guarda-roupa, o pré-candidato petista à prefeitura ganhou de adversários o apelido de "Fernando Vaidade".

Pensão completa
Depois de tomar café da manhã com Haddad, dirigentes do PC do B se encontraram ontem, na hora do almoço, com Gabriel Chalita. A cúpula do PMDB ficou animada com a possibilidade de aliança em São Paulo e outras cidades.

Oremos
Faixa exibida ontem no evento em que o DEM anunciou apoio a Serra: " Democratas Católicos pela Vida esperam que o próximo governo da capital respeite a inviolabilidade da vida humana desde a fecundação".

Sinais 1
O PT dá como certa a atuação do ministro Dias Toffoli no julgamento do mensalão. "Ele acabou de votar na questão de ordem apresentada pelo Joaquim Barbosa", diz um petista.

Sinais 2
Réus do mensalão lembram que Ricardo Lewandowski, revisor do processo, foi o único a rejeitar o crime de formação de quadrilha contra o ex-ministro José Dirceu quando o STF acatou a denúncia, em 2007.

Abafa
Integrantes da CPI atribuem à pressão de parlamentares ligados à Delta o fato de o ex-presidente da construtora Fernando Cavendish ter sido poupado. Ele estaria mandando recados de que pode falar nos bastidores.

Non grata
O duro discurso do ex-ministro Nelson Jobim em evento do PMDB ontem, acusando o partido de "se curvar" ao PT, constrangeu a cúpula. "Esse ex-ministério fez mal ao Jobim'', ironizou um peemedebista.

 
Aos poucos a lama proctogênica vai transbordando. PDF Imprimir E-mail
Notícias - Política
Postado por Manoel Santos   
Sex, 18 de Maio de 2012 06:58
Assim que findar o teatro Cachoeira/Petralhas desta CPI que promete não dar em nada, pois se der bate nos fundilhos de DON CACHAÇONE e sua quadrilha, prometo retomar a série "OS PORÕES DA QUADRILHA PETRALHA" sobre a operação Satiagraha comandada pelo maior advogado que Daniel Dantas já teve e que se chama PROCTOGÊNICO QUEIROZ.

Já naquela operação se vê, claramente, o lado imundo daquele que seria o futuro paraladino da justiça. Uma espécie de Hobin Wood do mercado financeiro.
Ainda virão outras participações deste cidadão nas águas de Cachoeira.
Será mais um miserável mentiroso a ser desmascarado.

Grupo de Cachoeira pediu ajuda a Protógenes, apontam gravações
Objetivo era barrar investigação contra a Delta em GO, diz PF

FERNANDO MELLO / NATUZA NERY - FOLHA DE BRASÍLIA

O grupo de Carlinhos Cachoeira procurou o hoje deputado federal Protógenes Queiroz (PC do B-SP) para tentar barrar uma investigação contra a empreiteira Delta em Goiânia, em 2009.

Gravações da Polícia Federal indicam que o deputado, autor do requerimento que criou a CPI do Cachoeira, falou com Cláudio Abreu, então diretor da Delta e aliado de Cachoeira. Ele nega.

Em 22 de maio de 2009, Abreu relatou a Cachoeira uma conversa, de acordo com a PF, com Protógenes. "Ele é muito direto, muito correto", disse Abreu, segundo quem Protógenes afirmou: "Ah, eu não prometo resolver a situação, mas vou me empenhar."

Segundo a PF, o grupo de Cachoeira fez contato por meio de Idalberto Matias. Na época, o empresário estaria preocupado com investigação contra a Delta na Câmara Municipal de Goiânia.

Cachoeira reclamava que o vereador Elias Vaz estava "batendo demais". Vaz é do PSOL e Protógenes negociava sua ida para o partido, o que não se concretizou. O vereador confirma ter encontrado Protógenes, mas nega interferência dele no caso.

Em 8 de maio, Cachoeira pediu para Abreu ficar com o rádio ligado e avisou: "Protógenes vai falar com você."

Vaz não participou da investigação em Goiânia, arquivada em agosto de 2009.

Protógenes disse que não esteve com Cláudio Abreu. Ele afirmou que os delegados da PF já disseram à CPI que ele "não tem vinculação" com Cachoeira.

A defesa do empresário questiona a legalidade das gravações. O advogado de Abreu não ligou de volta.

 
ELLe está com aquilo roxo! PDF Imprimir E-mail
Notícias - Política
Postado por Manoel Santos   
Qui, 17 de Maio de 2012 22:47
collor-contrariadoCollor, o moço que perdeu a presidência da 6ª economia do mundo por causa de uma miserável Fiat Elba, se fosse pelo menos um Gálaxi ainda vá lá, levou uma rasteira em sua pretensão rastaquera de pegar Policarpo, da VEJA, em sua teia de aranha mal resolvida.

Ficou irritadinho!

Deve estar com aquilo roxo.

O feofó, claro.

SENTA ELBA! 


 

 
UÊÊÊBAAAAAAAAA! (3) PDF Imprimir E-mail
Notícias - Economia
Postado por Manoel Santos   
Qui, 17 de Maio de 2012 22:22
Bovespa tem maior queda em 8 meses; dólar sobe novamente
REUTERS / VALOR

A Bovespa teve mais um dia de perdas generalizadas nesta quinta-feira, com seu principal índice recuando ao menor patamar em quase sete meses, após a agência Fitch ter rebaixado o rating da Grécia, agravando o pessimismo dos mercados sobre os impactos de eventual saída do país da zona do euro.

O Ibovespa amargou o oitavo pregão seguido de queda, caindo 3,31%, a 54.038 pontos. Foi a maior baixa diária desde 22 de setembro, quando a queda foi de 4,8%, e a menor pontuação de fechamento desde 20 de outubro, de 54.009 pontos. O giro financeiro do pregão somou R$ 8,35 bilhões.

Fogos"Acho que é um movimento um pouco exacerbado, já virou um efeito manada", disse Eduardo Dias, analista na Omar Camargo Corretora.

"Ibovespa a 55 mil pontos já era exagero; a 54 mil pontos, então, nem se fala. Para mim já chegou em ponto de compra", afirma.

A crise política na Grécia e um possível contágio em países como Espanha e Itália segue impondo forte clima de cautela. Nesta tarde, a agência de classificação de risco Fitch rebaixou o rating da Grécia de "B-" para "CCC", citando o elevado risco de o país ter de sair da zona do euro.

"Por mais que se fale que Grécia está precificada, não está", disse Newton Rosa, economista-chefe na Sul América Investimentos.

"Essa questão assusta investidores e pode provocar, em um primeiro momento, uma situação de retração dos fluxos de capitais de certa forma comparável a 2008."

Mais cedo, também pesou sobre os mercados a preocupação com a situação dos bancos na Espanha e os dados mais fracos que o esperado nos Estados Unidos.

Indicadores antecedentes da atividade econômica norte-americana tiveram queda pela primeira vez em sete meses.

Em Wall Street, o Dow Jones fechou com queda de 1,24%. Mais cedo, o principal índice dos mercados acionários europeus encerrou com baixa de 1,15%.

Dentre as ações com maior peso no Ibovespa, a preferencial da Petrobras devolveu os ganhos da véspera e fechou em queda de 4,46%, a R$ 18,43 reais, enquanto a preferencial da Vale caiu 3,66%, a R$ 34,78. Os papéis da OGX tiveram baixa de 5,59%, a R$ 0,97.

Papéis de bancos também se destacaram entre as baixas do pregão, com Banco do Brasil recuando 4,9%, a R$ 19,40, e Bradesco com queda de 4,38%, a R$ 26,88.

"Além da degradação das expectativas lá fora, soma também contra essa intervenção do governo na economia e a mudança de discurso com relação aos bancos, e isso não está agradando muito aos investidores", disse Sérgio Machado, sócio-gestor da Vetorial Asset.

Apenas dois dos 68 ativos que compõem o índice fecharam em alta: CCR Rodovias subiu 2,09%, a R$ 15,62, e MRV Engenharia avançou 1,66%, a R$ 9,81.

DÓLAR

O mercado de câmbio local bem que tentou, mas não resistiu à piora de humor externo. Depois de operar em baixa durante a maior parte do pregão, o dólar comercial fechou com alta de 0,20%, a R$ 2,006 na venda. Na mínima, a moeda foi a R$ 1,99 (queda de 0,60%).

Essa cotação é maior desde o começo de julho de 2009. Na semana, a moeda tem alta de 2,56%. O volume estimado para o interbancário é de US$ 1,6 bilhão. Pelo comportamento do cupom cambial (juro em dólar do mercado local), a maior parte do fluxo do dia teria sido de entrada.

Segundo operadores, a movimentação na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F) foi bastante acirrada. Duas corretoras locais foram destaque de venda, o que impediu uma alta mais acentuada da moeda americana.

O dólar com entrega para junho ganhava 0,32%, a R$ 2,0135, antes do ajuste final. O contrato fez mínima a R$ 1,995. A oscilação "comportada" do dólar não é exclusividade do mercado local.

No câmbio externo, as variações também não foram muito acentuadas, conforme o euro e o Dollar Index (DXY), que mede o desempenho da divisa americana ante uma cesta de moedas, testam linhas técnicas relevantes.

A moeda comum caiu 0,12% e fechou a US$ 1,27, antes disso, o euro testou o US$ 1,266, menor preço do ano. Já o DXY garantiu leve alta de 0,02%, a 81,44 pontos. A variação é pífia, mas está é a 14ª alta consecutiva do indicador.

Sequência de valorização não vista nem do auge da crise de 2008. As moedas não seguiram a movimentação do VIX, índice que mede a volatilidade das opções no mercado americano e é visto como um termômetro do medo do mercado, ou das bolsas.

O VIX subiu 8,17% e fechou aos 24,09 pontos, nova máxima para o ano. E nas bolsas, as perdas foram acentuadas. Dow Jones e Nasdaq caíram mais de 1% e, por aqui, o Ibovespa afundou mais de 3%.

 
FROUXO! PDF Imprimir E-mail
Notícias - Política
Postado por Manoel Santos   
Qui, 17 de Maio de 2012 22:17
Alvo de bronca de Dilma diz que se conteve para não reagir
'Tive que me acalmar, senão seria pior', diz representante de municípios
Vaia após discussão sobre royalties do petróleo em encontro com prefeitos irritou presidente em público

FOLHA DE BRASÍLIA

Um dia depois de ser repreendido em público pela presidente Dilma Rousseff, o presidente da Confederação Nacional dos Municípios, Paulo Ziulkoski, disse ontem que evitou reagir para não prolongar a cena constrangedora. "Tive que me acalmar, porque senão seria pior", disse.

A cena ocorreu depois que Dilma foi vaiada ao discursar durante encontro com prefeitos do país inteiro num hotel de Brasília, na terça-feira. Havia 2.500 prefeitos no hotel.

Instada pela plateia a se pronunciar sobre a divisão das receitas de royalties do petróleo, que os municípios desejam mudar, a presidente afirmou que eles deveriam desistir de mexer nos campos de petróleo que já estão em exploração e restringir o debate apenas aos que serão explorados daqui para frente.

A declaração de Dilma foi recebida com vaias pelos prefeitos e ela irritou-se. Encerrada a solenidade, ela se levantou e dirigiu-se com o dedo em riste a Ziulkoski, que estava a seu lado no palco.

Segundo Ziulkoski, a presidente lhe disse nesse momento que os municípios vão perder se insistirem em alterar as regras dos campos de petróleo mais antigos. "As imagens que estão lá falam mais do que as minhas palavras", afirmou Ziulkoski.

"[A divisão dos royalties] é um assunto polêmico que suscita muitas paixões", disse a ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti. "A presidente foi muito corajosa e clara com os prefeitos."

Ziulkoski esteve ontem com dezenas de prefeitos na Câmara dos Deputados. Eles ocuparam o Salão Verde da Câmara com camisetas que faziam referência à discussão da véspera: "O Brasil quer royalties para todos".

Com certeza:
Apanha da mulher com toalha molhada.
FROUXO! 

 
Do Painel - Folha de São Paulo PDF Imprimir E-mail
Notícias - Política
Postado por Manoel Santos   
Qui, 17 de Maio de 2012 21:59
VERA MAGALHÃES - Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

 

Contagem regressiva
Começaram a desaguar esta semana no STF memoriais do processo do mensalão, encaminhados por advogados dos réus. Como o documento comumente é entregue às vésperas dos julgamentos para, nas palavras de especialistas, "deixar a defesa mais fresca na memória dos juízes'', a movimentação fez crescer entre os ministros a expectativa de que Ricardo Lewandowski, responsável pela revisão do processo, entregue seu relatório até o fim da próxima semana.

A ansiedade aumentou depois do presidente Ayres Britto agendar para terça-feira nova sessão administrativa para discutir a logística do julgamento.

Vips
Os advogados dos protagonistas do mensalão, no entanto, só pretendem entregar suas peças quando o STF definir a data do julgamento. Assim, esperam que os ministros deem atenção total aos seus argumentos.

Más notícias
Prefeitos que foram a Brasília para a marcha aproveitaram para sondar caciques petistas sobre prognósticos do mensalão. Voltaram para a casa desanimados com o potencial de dano do caso nas eleições.

Econômica
Na véspera da instalação da Comissão da Verdade, Lula quis convidar FHC para viajarem juntos a Brasília, mas desistiu quando soube que o avião colocado à sua disposição era pequeno.

Bem na foto
Lula pediu para Marco Aurélio Garcia ampará-lo ao descer a rampa do Planalto com Dilma Rousseff e os demais ex-presidentes porque não queria usar bengala no ato histórico.

Não rola
Petistas que integram a CPI do Cachoeira pediram apoio dos peemedebistas para convocar e quebrar o sigilo de jornalistas da revista "Veja", mas o partido aliado disse não topar a ideia.

Sobrevida
Dilma deu carta branca para Graça Foster tirar Sergio Machado da Transpetro, mas a presidente da Petrobras pretende mantê-lo no cargo por ora e começar as mudanças pelas diretorias.

Plano B
O governador Eduardo Campos (PSB-PE) disse a interlocutores que está disposto a reativar a candidatura do ministro Fernando Bezerra se João da Costa vencer a prévia do PT em Recife, marcada para domingo.

Palanque
Aliados incentivam Aécio Neves (PSDB) a abraçar a causa municipalista no vácuo na vaia sofrida por Dilma. O tucano, que saiu em defesa dos prefeitos, quer se tornar mais conhecido nos rincões do país.

#oioioi
O QG de Geraldo Alckmin viu como provocação de Gilberto Kassab nota informando que 103 pessoas foram atendidas em hospitais municipais devido ao acidente do metrô. O governo falava em 33 feridos.

Vuvuzela
Além do estrago eleitoral, a colisão no metrô preocupou o Bandeirantes porque a linha 3 é a que levará torcedores ao Itaquerão, sede da abertura da Copa. As imagens do acidente correram o mundo ontem.

Arrastão
Vereadores do PSDB paulistano preparam caravana para abordar José Serra hoje à noite na Associação Comercial de Pinheiros. Pedirão veto à coligação proporcional com o PSD, exigência de Kassab.

Rédea curta
Pressionado a ajudar o PSDB nas 100 maiores cidades paulistas, Alckmin assumiu a costura onde o partido corre risco. No início da semana, recebeu Emanuel Fernandes, ex-secretário de Planejamento, e apelou para que se candidate em São José dos Campos.

com FÁBIO ZAMBELI e ANDRÉIA SADI

 
Vaccarezza deu uma de Vaccaloucca. PDF Imprimir E-mail
Notícias - Política
Postado por Manoel Santos   
Qui, 17 de Maio de 2012 21:44
Vaccarezza é flagrado tentando blindar Sérgio Cabral em CPI; veja
FOLHA DE BRASÍLIA - DO RIO

O deputado federal Cândido Vaccarezza (PT-SP) foi flagrado nesta quinta-feira, durante sessão da CPI do Cachoeira, garantindo blindagem do PT ao governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB), que corria risco de ser convocado a depor na comissão.

As imagens da troca de mensagens de celular entre Vaccarezza, um dos principais articuladores da base governista na CPI, e Cabral foram registradas por um cinegrafista e exibidas na edição desta quinta-feira do "Jornal do SBT".

"A relação com o PMDB vai azedar na CPI. Mas não se preocupe, você é nosso e nós somos teu [sic]", escreveu Vaccarezza a Cabral.

Vaccarezza não foi localizado pela Folha para comentar o caso. Procurada, a assessoria do governo do Rio não se manifestou até a publicação desta notícia.

A convocação do governador fluminense era defendida por parte dos parlamentares integrantes da CPI. O governador é amigo de Fernando Cavendish, presidente licenciado do Conselho de Administração da Delta Construções, empreiteira pivô do caso Carlinhos Cachoeira.

Fotos e vídeos divulgados nas últimas semanas pelo deputado federal Anthony Garotinho (PR-RJ) em seu blog mostram Cabral e Cavendish juntos em Paris, em momentos de descontração em um restaurante de luxo.

Desde o início da gestão de Sérgio Cabral, em 2007, a Delta firmou contratos de mais de R$ 1,4 bilhão com o governo fluminense, a maior parte sem licitação.

Em pronunciamento durante a sessão da CPI, na manhã desta quinta-feira, Vaccarezza chegou a dizer que eventuais superfaturamentos não são exclusividade da Delta e defendeu a restrição do alcance das investigações.

"Se tiver superfaturamento em uma obra ou outra, não é competência dessa CPI investigar. É de outra. Como tem [superfaturamento] de outras empreiteiras", disse.

Um requerimento pedindo a convocação de Cabral foi redigido, mas, depois de acordo entre a base governista e a oposição, não chegou a ser votado.

O acordo resultou, também, na desistência de convocação dos governadores de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), e do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT).

Também ficou de fora da CPI, ao menos por ora, a atuação nacional da Delta, que poderia atingir Cavendish. A investigação sobre a empreiteira ficará restrita ao Centro-Oeste.


 

 
Complicou Gasparzinho! PDF Imprimir E-mail
Notícias - Política
Postado por Manoel Santos   
Qui, 17 de Maio de 2012 21:19
Carona em jatinho de empresário complica Fernando Pimentel
Ministro do Desenvolvimento viajou para a Itália em avião cedido por João Dora Júnior

Tânia Monteiro

 

agenciaEstadoBRASÍLIA - A situação do ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Fernando Pimentel, pode se complicar na Comissão de Ética Pública da Presidência da República, em decorrência de uma nova denúncia contra ele, por ter viajado em jatinho cedido pelo empresário João Dória Júnior, em outubro do ano passado. Segundo informação do Portal Terra, Pimentel acompanhava a presidente Dilma Rousseff em viagem à Europa, e utilizou um avião fretado pelo empresário João Dória Júnior para ir da Bulgária, onde estava com a comitiva presidencial, até a Itália, para participar de um encontro com empresários brasileiros e italianos.

O artigo 7º, o Código de Conduta de Conduta da Alta Administração Federal diz que "a autoridade pública não poderá receber salário ou qualquer outra remuneração de fonte privada em desacordo com a lei, nem receber transporte, hospedagem ou quaisquer favores de particulares de forma a permitir situação que possa gerar duvida sobre a sua probidade ou honorabilidade". Com base neste artigo, o PPS dá entrada nesta sexta-feira, 18, na Comissão de Ética do Planalto, com uma nova representação contra o ministro Pimentel, que será analisada na próxima reunião do conselho, dia 11 de junho.

gasparzinho-01A assessoria de imprensa do MDIC confirma a informação de que Pimentel usou o avião do empresário. O ministro disse que o evento com os empresários foi decidido de última hora e que, por isso, o ministro usou o avião do João Dória. Ainda de acordo com a assessoria, Pimentel não teria como usar avião oficial porque a aeronave era a presidencial que estava sendo usada por Dilma e comitiva. Pimentel, segundo o MDIC, foi autorizado a deixar a comitiva presidencial para ir ao evento com os empresários. "Saí da comitiva da presidente e fui mesmo para Roma, mas não fui em avião oficial porque o compromisso não fazia parte da agenda da presidente. Não tinha como ir de avião oficial. Ele (João Dória Júnior) mandou um avião e eu usei a aeronave que ele colocou pra mim naquele momento", disse Pimentel, conforme a assessoria.

Ao Portal Terra, João Dória Júnior negou ter enviado avião para pegar Pimentel e disse não saber como o ministro chegou a Roma. O próprio Pimentel, no entanto, confirmou ter usado o jato oferecido pelo empresário.

Pimentel já devia explicações à Comissão de Ética, em relação às denúncias de suspeita de tráfico de influência porque a sua empresa, a P-21 Consultoria e Projetos, teria faturado mais de R$ 2 milhões com consultorias entre 2009 e 2010, que foram entregues ao órgão, com atraso, o que foi considerado "grave" pelo presidente da Comissão, Sepúlveda Pertence. Mas a Comissão não tomou medidas contra isso de imediato e ia analisar as explicações apresentadas depois, decidindo que caminho tomar em relação a Pimentel.

 
Uiiii! PDF Imprimir E-mail
Notícias - Política
Postado por Manoel Santos   
Qui, 17 de Maio de 2012 21:14
Don Cachaçone, o poderoso chefão do MENSALÃO DO LULLA, agora tem um facebook.
Chama-se facebook.com/luLLa.

A hashtag de divulgação é #lulanoface.

Deveria ser:

#lullaScarface!

Claro, é fake.
ELLe nem sabe mecher em um PC.
Deve ser coisa de Okamoto.
 
 
É transparência mesmo? (2) PDF Imprimir E-mail
Notícias - Política
Postado por Manoel Santos   
Qui, 17 de Maio de 2012 21:12
ONDE FICA,
 

QUANTO POSSUI,
 

PARA QUE SERVE,


A CONTA CURRAL DE DIRCEU QUE GILBERTO CARVALHO CONHECE? 
 
É transparência mesmo? PDF Imprimir E-mail
Notícias - Política
Postado por Manoel Santos   
Qui, 17 de Maio de 2012 21:06
O Jornal nacional acaba de dizer que a Vovó Petralha dá o exemplo no quesito transparência em relação à essa nova pantomima que é a LEI DE ACESSO À INFORMAÇÃO.

É MESMO?

Então lá vai:

QUERO VER O DETALHAMENTO DE TODAS AS DESPESAS DOS CARTÕES CORPORATIVOS LIGADOS, DIRETA E INDIRETAMENTE, À PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA.

Vamos lá Vovó, divulga aí! 
 
Do Blog do Josias. PDF Imprimir E-mail
Notícias - Política
Postado por Manoel Santos   
Qui, 17 de Maio de 2012 20:37
Marqueteiro do PT: a política é teatro sem ficção 

Em seminário preparatório para a cruzada eleitoral de 2012, o jornalista João Santana, marqueteiro do PT, discorreu sobre as mumunhas das campanhas para uma plateia de candidatos a prefeito e a vereador. A alturas tantas, Santana sapecou: "Política é teatro, mas não é ficção".

Noutro trecho de sua fala, Santana como que injetou carne e osso no raciocíno:
"Se Dilma não tivesse biografia e talento, não adiantaria." Responsável pela campanha de Fernando Haddad, em São Paulo, mostrou-se otimista quanto às chances de impor a José Serra, o mesmo antagonista de 2010, uma nova derrota.

A analogia de João Santana é boa. Política e teatro. Realidade e ficção. A diferença é que, no teatro genuíno, as pessoas vão ao espetáculo. Na política, o espetáculo invade-lhes a vida. De resto, a realidade das campanhas costuma resumir-se a bombom com licor. Perde-se o melhor da ficção.

Gênio da dramaturgia, Nelson Rodrigues ensinou: "A ficção, para ser pacificadora, precisa ser atroz. O personagem é vil para que não o sejamos. Ele realiza a miséria inconfessa de cada um de nós. [...] Para salvar a plateia, é preciso encher o palco de assassinos, de adúlteros, de insanos, em suma, de uma rajada de monstros."

O palco da política também está apinhado de miséria humana. Porém, graças à arte dos marqueteiros, uma característica curiosa dos monstros se observa na realidade das campanhas. Eles estão sempre nos outros programas eleitorais de tevê.

Errado.
Nas mãos da quadrilha, o Brasil passa a ser um circo repleto de palhaços idiotizados pela mentira da mulher que engole faca, para expelir canivete ou daquela barbuda que engole pregos e faz tachinhas.

Nas mãos da quadrilha a farsa bem montada não se desfaz em cinzas, por que faz parte da própria farsa uma oposição delirante e tonta, como um leão dopado com doses cavalares de tranquilizantes que ao invés de rugir, mia. 

Enquanto a bailarina tetraplégica da oposição se expõe ao venerável público segurando nas mãos as sapatilhas de ponta, na casa do terror os fantasmas e mostros agem para furar o pneu da cadeira de rodas de um marqueteiro mambembe que se perde no balcão da barraca, atirando em patinhos imóveis que desfilam na sua frente.

O Brasil tornou-se um circo. Uma versão "side by side" tupiniquim, onde um dos lados transforma bandidos em heróis e o outro, incompetente, não sabe mostrar a farsa criminosa da bandidagem real.

No meio de tudo, um povinho cretino que espera ansioso pelas "mágicas" fajutas de um larápio enganador.

 
DESOCUPA A MOITA LEWANDOWISKI! PDF Imprimir E-mail
Notícias - Política
Postado por Manoel Santos   
Qui, 17 de Maio de 2012 20:15
STF deve discutir na terça-feira como será julgamento do mensalão
Sessões podem ocorrer todos os dias da semana, com horário estendido para as manhãs

CAROLINA BRÍGIDO - O Globo - BRASÍLIA

 

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Carlos Ayres Britto, disse nesta quinta-feira que tentará marcar para a próxima terça-feira uma sessão administrativa para discutir como será o julgamento mensalão. Embora não tenha data marcada, o julgamento demandará uma logística fora do comum para os padrões da Corte, considerando-se o tamanho do processo, com mais de 50 mil páginas, e a quantidade de réus, 38.

- Avançaríamos alguma coisa em termos de cronograma, de logística, de formatação. Independentemente do dia que se marcar para julgamento, já teríamos algumas coisas encaminhadas - disse o ministro.

Na semana passada, no julgamento de uma questão de ordem, os ministros definiram dois pontos sobre o julgamento. O primeiro deles foi o tempo de sustentação oral ao qual teria direito o procurador-geral da República, Roberto Gurgel. O prazo foi fixado em cinco horas. Também foi decidido que o relator, ministro Joaquim Barbosa, leria apenas um resumo de três páginas do relatório - que tem, ao todo, 122 páginas.
Ainda há alguns pontos para serem debatidos. Por exemplo, os dias do julgamento. Normalmente, as sessões plenárias ocorrem nas quartas e quintas-feiras. Há possibilidade de haver sessões diárias no julgamento do mensalão. A primeira semana seria totalmente dedicada às sustentações orais dos advogados – que, ao todo, têm direito a 38 horas de defesa em plenário.

Outra possibilidade é estender o horário das sessões para o período da manhã e da tarde. Normalmente, o plenário funciona apenas à tarde. Os ministros estão preocupados também com a segurança no plenário. Devem discutir, por exemplo, medidas de segurança eficazes contra eventuais manifestações da plateia ao longo do julgamento. Embora proibida, a prática tem sido cada vez mais frequente em sessões do STF.

Outro tema que deve ser tratado na sessão administrativa da próxima semana será a Lei de Acesso à Informação. Os ministros discutirão como ela será aplicada no Judiciário – se de forma unificada para todos os tribunais, ou se cada tribunal definirá como se adaptar à norma.

- No plano da regulamentação, a priori, há duas vias: uma é cada tribunal fazer a sua regulamentação; outra é tentarmos um regulamento conjunto, com a assinatura dos tribunais, do Supremo, dos presidentes dos tribunais superiores. Mas ainda não definimos - afirmou.

Ayres Britto lembrou que relatou um processo no qual o STF decidiu manter públicos os salários dos servidores do estado de São Paulo, mas evitou comentar como isso será feito no Judiciário antes de conversar com os demais ministros. Sobre recusa do Congresso em publicar salários dos servidores, o ministro preferiu não se pronunciar, pois o tema pode ser questionado no tribunal:

- Se eu avançar no ponto de vista, passa a ser voto antecipado. Então, prefiro não falar sobre isso.

 
A carraspana de Jobim na quadrilha B. EXCELENTE! PDF Imprimir E-mail
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Postado por Manoel Santos   
Qui, 17 de Maio de 2012 20:07
MA-RA-VI-LHA!
Essa é a palavra correta para definir a bronca dada por Nelson Jobim na QUADRILHA B, leia-se PMDB de Renan e Sarney.
JOBIM ESTÁ CERTÍSSIMO.

Jobim reaparece e se irrita com falta de posição política do PMDB
'A sobrevivência do partido é termos cara e voz', disse o ex-ministro a líderes do partido

ISABEL BRAGA - O GLOBO

palmasBRASÍLIA – O ex-ministro da Defesa Nelson Jobim fez nesta quinta-feira sua primeira aparição pública desde que deixou o cargo e cobrou do PMDB posição política sobre questões importantes que estão em debate. Durante um evento do partido, em Brasília, ele constrangeu os companheiros ao fazer um duro discurso, cobrando dos dirigentes da legenda uma postura mais incisiva. Dirigindo-se aos líderes presentes, como o senador Renan Calheiros (AL), o deputado Henrique Eduardo Alves (RN) e até o vice-presidente Michel Temer, Jobim disse que o PMDB é um partido sem posição.

- Será que o partido tem que homologar decisões da qual não participou? Por que não temos opinião, Michel, nos tornamos homologadores de decisões das quais não participamos para depois, nos ser cobrada lealdade. A sobrevivência do PMDB está dependendo de termos cara e voz. É o momento de termos cara e voz. Quem não tem, curva-se, e quem se curva leva um pontapé - encerrou seu discurso, depois de também cobrar dos líderes posições sobre temas do Pacto Federativo:

- Qual a posição do partido sobre o Pacto Federativo, hein, Renan? Hein, Henrique? Temos discussão interna sobre isso? Não. O que pensamos sobre o Fundo de Participação dos Estados? Temos que ter respostas para a sociedade - disse, provocando. - Eu sou um pequeno quadro do partido, os senhores que lideram é que precisam tomar posições. Ter posição é assumir riscos. E desde 1989 não corremos riscos. Nos tornamos homologadores - afirmou Jobim.

Na sua vez de discursar no fórum de prefeitos do PMDB, Michel Temer, com seu estilo mais diplomático, respondeu a Jobim, afirmando que o partido tem sim bandeiras e que a proposta de candidatura própria à Presidência da República é questão a ser discutida, assunto que está em aberto. Salientou, no entanto, quais são as prioridades imediatas do PMDB:

- Primeiro, a gente tem que fazer muito mais prefeitos este ano. Depois, fazer os presidentes da Câmara e do Senado. Não podemos negar a qualificação política do PMDB. Isso interessa aos nossos adversários. Temos que nos unir - disse Temer, listando bandeiras defendidas pelo partido no Congresso, como o Código Florestal, as questões municipalistas e o Funpresp.

Alves e Calheiros rebatem críticas feitas por Jobim
O líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves, minimizou as cobranças enfáticas de Jobim. Para ele, como não está no Parlamento, Jobim pode não ter tido informação sobre como o partido atuou, citando o exemplo dos royalties e da votação do Funpresp. O líder fez questão de discordar da afirmação de que o PMDB apenas homologa decisões tomadas pelo governo da presidente Dilma Rousseff.

- O PMDB compõe o governo, não homologa. E todas as propostas são reformuladas no Congresso com a participação decisiva das bancadas do PMDB na Câmara e no Senado. Como ele não está lá, não tem esse conhecimento. Mas ele colocou coisas importantes, como a questão do IPI. É um tema que a gente pode discutir - disse Henrique Alves.

O líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros, repetiu o presidente Michel Temer, afirmando que o partido é grande porque convive bem com as divergências internas. Ele também rebateu Jobim, afirmando que o Senado já votou os royalties, portanto tem posição sobre isso. Para Renan, é natural que ele toque nos temas do Pacto Federativo, pois coordena a comissão criada pelo presidente do Senado, José Sarney, mas que, no momento, o PMDB está focado nas eleições municipais:

- Ele tratou de coisas que não estão na ordem do dia: a relação com o governo, o papel dos ministros. Não ter posição tem sido característica própria do PMDB. Por não decidir sobre muitas dessas questões, o PMDB cresce. O PMDB é uma frente, é um partido que não tem dono.

 
A LISTA DE CACHOEIRA PDF Imprimir E-mail
Notícias - Política
Postado por Manoel Santos   
Qui, 17 de Maio de 2012 19:51
Eis os nomes citados pela PF na operação MONTE CARLO:

Senador Aécio Neves (PSDB-MG)

Deputado distrital do DF Agaciel Maia (PTC-DF)

Governador Agnelo Queiroz (PT-DF)

Presidente DEM-DF Alberto Fraga

Secretário de Indústria e Comércio de Goiás Alexandre Baldy

Governador de Minas Gerais Antonio Anastasia

Suplente de senador Ataides de Oliveira

Procurador-geral da Justica de Goiás Benedito Torres

Governador do Paraná Beto Richa (PSDB)

Senador Blairo Maggi (PR-MT)

Senador Demostenes Torres (sem partito-DF)

Diretor da Delta Carlos Pacheco

Diretor Regional da Delta no Centro-Oeste Claudio Abreu

Jornalista Claudio Humberto

Ex-chefe de gabinete de Agnelo Queiroz Claudio Monteiro

Ministro do Supremo Tribunal Federal José Antonio Dias Toffoli

Presidente Dilma Rousseff

Ex-presidente do Detran de Goiás Edivaldo Cardoso

Ex-senador Eduardo Siqueira Campos (PSDB)

Ex-chefe de gabinete do governo de Goiás Eliane Pinheiro

Vereador de Goiânia Elias Vaz (PSOL)

Secretário Estadual de Comunicação de Santa Catarina Ênio Branco

Dono da construtora Delta Fernando Cavendish

Vereador de Anápolis Fernando Cunha

Presidente da Caesb Fernando Leite

Prefeito de Águas Lindas (GO) Geraldo Messias (PP)

Prefeito de Nerópolis (GO) Gil Tavares (PTB)

Deputado federal Fernando Francischini (PSDB-PR)

Ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes

Diretor da Delta na região Sul e em São Paulo Heraldo Puccini

Policial Militar, assessor do senador Demóstenes, Hrillner Ananias

Presidente da Agetop Jayme Rincon

Ex-sub-secretário de Esportes do DF João Carlos Feitosa, o Zunga

Secretário de Segurança de Goiás João Furtado

Jornalista João Unes

Diretor do Serviço de Limpeza Urbana do DF João Monteiro Neto

Jornalista Jorge Cajuru

Prefeito de Aparecida de Goiânia Maguito Vilela (PMDB)

Deputado federal Sandes Junior (PP-GO)

Senador Jose Sarney (PMDB-AP), presidente do Senado

Vice-governador de Goiás José Eliton (DEM)

Desembargador do TRT de Goiás Julio Cesar Brito

Deputado federal Jovair Arantes (PP-GO)

Deputado federal Leonardo Vilela (PMDB-GO)

Presidente do PRTB Levy Fidelis

Ministro do Supremo Tribunal Federal Luiz Fux

Governador Marconi Perillo (PSDB-GO)

Deputado federal Marcos Monti (DEM-MG)

Jornalista Mino Pedrosa

Diretor da Anvisa Norberto Rech

Jornalista Policarpo Jr, da revista Veja

Deputado federal Protogenes Queiroz (PC do B-SP)

Deputado distrital do DF Raad Massouh (PPL)

Secretário de Segurança do Paraná Reinaldo Sobrinho

Deputado federal Stephan Necessian (PPS-RJ)

Jornalista Renato Alves

Ex-procurador-geral do Estado de Goiás Ronald Bicca

Vereador em Goiânia Santana Gomes

Vice-governador do DF Tadeu Filippelli (PMDB-DF)

Vereador em Anápolis Wesley Silva

Secretário de infra-estrutura de Goiás Wilder Morais

Ex-comandante da PM de Goiás Carlos Antonio Elias

Ex-governador de Tocantis Marcelo Miranda (PMDB)

Prefeito de Anápolis Antonio Gomide (PT)

Ex-vereador de Goiania e apontado como braço político do grupo de Cachoeira, Wladimir Garcêz


Nós acrescentamos:

Alexandre Padilha
 
A Comissão da verdade deles PDF Imprimir E-mail
Notícias - Política
Postado por Manoel Santos   
Qui, 17 de Maio de 2012 19:06
Luiz Peixoto - Juiz do Poder Judiciário da União
Salvador, 17 de maio de 2012. ( do site "A VERDADE SUFOCADA" ) 

O Ex-presidente Lula, em final de mandato, em 2010, de forma covarde, como fizera com relação à não extradição do terrorista italiano Cesari Batisti, decidindo apenas no último dia do mandato, para não ouvir críticas internacionais, conseguiu aprovar no Congresso Nacional projeto de lei criando a Comissão da Verdade.

A ideia da comissão, fruto de longa negociação, não era punir ninguém envolvido em violação de direitos humanos durante o governo dos generais da reserva, mas apenas buscar a verdade sobre desaparecidos, tentar localizar suas ossadas e outras coisas mais.

Lula deixou o "pepino" para sua sucessora, uma ex-integrante de organização da luta armada que praticava assaltos a bancos, a empresas, e outras coisas mais.

Como Dilma Roussef guardava ferrenho rancor dos militares, ela seria a pessoa ideal para nomear quem ela quisesse para integrar a dita comissão para investigar a verdade, mas a verdade deles.
Em qualquer investigação séria e imparcial feira pela polícia ou pelo ministério público, estadual ou federal, há que se buscar investigar todos os fatos envolvidos no objeto da investigação, em todas as suas vertentes e possibilidades.

Querer investigar apenas um dos lados, uma das versões de um fato, é ser parcial.

A verdade não pode ter lado!
A verdade tem que ser isenta!
A verdade não pode se prender a ideologia!

A Comissão da Verdade nomeada pela Presidente Dilma Roussef já nasceu comprometida ideologicamente, pelas entrevistas de alguns de seus membros. E, principalmente, porque a presidente nomeou sua advogada para integrar a comissão.

Será que isso foi feito já pensando na defesa da presidente, diante de fatos que poderão ser desvendados durante as investigações?
A presidente precisa de advogada para se defender de seu passado obscuro, por que jamais revelado ao público?

A lei que criou a comissão estabeleceu o período de 1946 a 1988 a ser investigado, mas os membros nomeados e parte da mídia, inclusive a Rede Globo, tem falado que ela vai investigar os crimes cometidos durante a "Ditadura Militar".

Há um claro direcionamento da comissão, e de parte da mídia, para que se investigue apenas supostos crimes cometidos por agentes do governo!

O que querem verdadeiramente os que hoje estão no poder é escrachar e depois punir aqueles que no passado barraram seus planos de tornar o Brasil uma república comunista como Cuba, China e União Soviética!
Levaram muito tempo aguardando, de 1985 até 2010, para criarem a comissão para buscar subsídios para processar e condenar quem sobrestou o sonho de poder totalitário no passado.

O país retomou a plena democracia em 1985, com a eleição de Tancredo Neves, ou com Collor, como alguns preferem dizer, em 1990.
Eles aguardaram entre 20 e 25 anos para começar a vingança!

Por que será?

Penso que deliberadamente deram tempo para as pessoas que viveram aqueles tempos perigosos em que saíam às ruas e tinham medo das bombas colocadas por eles em locais públicos, os assaltos frequentes a bancos, etc., envelhecessem, e deixassem inclusive de votar, aos 70 anos.

Quem tinha 30 anos em 1964, e tinha, portanto, alguma maturidade para entender o que se passava no país, e pediu a saída de João Goular e comemorou a sua deposição, e saiu às ruas para apoiar as Forças Armadas, hoje tem 78 anos.

Já se vão 48 anos desde a deposição de João Goular (1964).
Assim, a população que tem menos de 50 anos estava apenas nascendo, e a maioria sequer era nascida em 1964.
Com isso, o trabalho de adulteração da história nas escolas, nas universidades e nos livros teve bastante tempo para ser feito, e foi um trabalho muito bem feito, e que deu certo.

Hoje a maior parte das pessoas com menos de 60 anos acha que os militantes da luta armada queriam mesmo o retorno da democracia, quando eles, sobretudo os mais velhos, como Luis Carlos Prestes, João Amazonas, Carlos Marighella, Rui Falcão (hoje presidente do PT), e muitos outros já tramavam junto a países comunistas, com pleno apoio deles, como União Soviética, China e Cuba, para transformar o Brasil em uma nação igualmente comunista.

Carlos Prestes já havia tentado isso antes, em 1935, no que ficou conhecido como Intentona Comunista, com apoio da União Soviética, mas foi derrotado, após os comunistas atacarem vários quartéis em algumas cidades, inclusive no Rio de Janeiro.

Eles mataram 33 militares, alguns dormindo, e morreram 1.000 civis.
Em 1935 os militares foram pegos de surpresa, mas em 1964 eles estavam alertas, e puderam assim deter os comunistas antes da ação se concretizar.

É por isso que os ex-terroristas e os ex-guerrilheiros do período 1966/1974 odeiam tanto os militares, e querem a revanche clara, óbvia, ululante através da Comissão da Verdade, para imporem à população jovem (com menos de 70 anos) a verdade deles, e depois punirem aqueles que em verdade salvaram o povo brasileiro do odioso comunismo ainda hoje vigente em Cuba, China e Coreia do Norte.

Querem se vingar daqueles que impediram a conquista do poder pelos comunistas!

Foram derrotados duas vezes, em 1935 e em 1964! Por isso não perdoam os militares!

Chegaram ao poder criando um partido dos trabalhadores, coincidentemente da mesma forma como foi feito pelos comunistas na Coreia do Norte.

Lá o partido comunista se chama Partido dos Trabalhadores! Que coincidência! Mas o mundo todo sabe que a Coreia do Norte é comunista!

Aqui a população jovem, com menos de 50 anos, não faz ideia de quem criou o Partido dos Trabalhadores no Brasil!

Se pesquisarem na internet, descobrirão a verdade!
É só buscarem os nomes dos três primeiros a assinarem as fichas de filiação ao partido, depois pesquisarem a biografia dessas pessoas!

A verdade está na internert! A verdade está em livros como A Verdade Sufocada!

A Comissão da Verdade buscará apenas impor a verdade deles, na verdade uma grande mentira!

NOTA DO SITE:
Como sei que a galera é um tantinho preguiçosa, aqui vai a descrição dos que assinaram a criação do Partido Petralha, na ordem de filiação.

1º) Apolônio de Carvalho - Cadete da escola militar de Realengo, Rio de Janeiro, militante do PCB ( como eu fui, hehe ), um dos integrantes da ALN ( Aliança Libertadora Nacional ) comandada por Luis Carlos Prestes e permanece na direção dos Pewtralhas até ser afastado por doença em 1987.

2º) Mário Xavier de Andrade Pedrosa - Crítico de literatura e principal militante da Oposição de Esquerda Internacional no Brasil, organização liderada por Leon Trótski. 

3º) Sérgio Buarque de Holanda - A história dele se confunde mais com a era Vargas que com o Regime Militar. Era filiado ao Partido Socialista Brasileiro. 

 
UÊÊÊÊÊBA!!!!!!!!!!!!! 2 PDF Imprimir E-mail
Notícias - Política
Postado por Manoel Santos   
Qui, 17 de Maio de 2012 13:41
fogosdeartificio11Nos quatro primeiros meses do ano foram emitidos 6,2 milhões de cheques sem fundos
Cheque sem fundos é um dos principais problemas do comércio, que muitas vezes evita esse meio de pagamento

ESTADÃO PME

Relatório divulgado nesta quinta-feira pela Serasa Experian indica que foram devolvidos - entre janeiro e abril deste ano - 6,2 milhões de cheques. Esse número representa, no entanto, apenas 2,05% do total de cheques emitidos no período: 306,7 milhões.

Ainda assim, o porcentual de cheques sem fundos em 2012 é superior ao registrado nos quatro primeiros meses do ano passado. Em 2011, 1,92% dos cheques emitidos não tinham fundos.

Na quarta-feira, a mesma entidade divulgou informações preocupantes sobre a inadimplência no País, que registrou alta de 23,7% em abril deste ano na comparação com o mesmo mês do ano passado. A informação faz parte de relatório divulgado nesta quarta-feira pela Serasa Experian. No fechamento dos quatro primeiros meses do ano, o índice aponta elevação de 19,6%.

 
UÊÊÊÊÊBA!!!!!!!!!!!!! PDF Imprimir E-mail
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Postado por Manoel Santos   
Qui, 17 de Maio de 2012 12:28

 
Ahhhhhh se fosse em um governo tucano. PDF Imprimir E-mail
Notícias - Política
Postado por Manoel Santos   
Qui, 17 de Maio de 2012 07:13
A imprensa brasileira, em sua grande maioria, é um LIXÃO PETRALHA.
Já pensaram se a notícia abaixo fosse dada em um governo bicudo por exemplo?


Ecopetrol supera Petrobras como empresa mais valiosa
Ecopetrol registrava no fechamento dos mercados um valor de US$ 126,72 bilhões frente aos US$ 89,402 bilhões marcados no fim de dezembro
Valor de mercado da Petrobras passou dos US$ 155,435 bilhões no último dia do ano passado para US$ 123,864 bilhões

Rio de Janeiro - A petrolífera colombiana Ecopetrol superou nesta semana a Petrobras como a empresa de capital aberto com maior valor de mercado da América Latina, segundo um estudo divulgado nesta quarta-feira pela empresa de consultoria Economática.

A Ecopetrol - cuja maioria do capital é estatal - registrava no fechamento dos mercados desta terça-feira um valor de US$ 126,72 bilhões frente aos US$ 89,402 bilhões marcados no fim de dezembro, quando era a quinta maior da América Latina.

O valor de mercado da Petrobras passou dos US$ 155,435 bilhões no último dia do ano passado para US$ 123,864 bilhões no fechamento desta terça-feira.

Segundo a Economática, a redução das ações da Petrobras nas últimas semanas, somada à forte depreciação do real frente ao dólar ao longo deste ano, fez retroceder o valor de mercado da maior empresa brasileira ao mesmo nível em que estava em março de 2009.

O valor de mercado da Ecopetrol também supera atualmente o da Vale. Em dezembro, a mineradora brasileira era a segunda mais valiosa da América Latina com US$ 105,526 bilhões e agora caiu para o quarto lugar da lista, com US$ 96,587 bilhões, pois foi ultrapassada pela AmBev, cujo valor de mercado subiu de US$ 99,986 bilhões para US$ 109,76 bilhões.

A companhia mexicana de telecomunicações América Móvil se manteve no quinto lugar, com um valor de mercado de US$ 94,615 bilhões no fechamento de terça-feira, e os bancos brasileiros Itaú-Unibanco e Bradesco permaneceram nas respectivas sexta e sétima posições, avaliados respectivamente em US$ 61,129 bilhões e US$ 49,961 bilhões.

Os três lugares seguintes do ranking são ocupados atualmente pelo Wal-Mart do México (US$ 47,122 bilhões), banco Santander Brasil (US$ 29,936 bilhões) e Banco do Brasil (US$ 29,477 bilhões).

 
Bandidos da toga. PDF Imprimir E-mail
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Postado por Manoel Santos   
Qui, 17 de Maio de 2012 07:09
TJ-SP inocenta 41 e centrará foco em cinco desembargadores
Juízes da 'turma do milhão', como ficaram conhecidos, pagaram a si próprios R$ 4,02 milhões

Fausto Macedo - O Estado de S. Paulo

 

SÃO PAULO - A cúpula do Tribunal de Justiça de São Paulo isolou nesta quarta-feira, 16, definitivamente os cinco desembargadores que são alvo de investigação por suposta violação aos princípios da isonomia e moralidade porque pagaram a si próprios R$ 4,02 milhões entre 2008 e 2010.

Ao inocentar outros 41 magistrados, que também receberam antecipadamente valores individuais acima de R$ 100 mil e até R$ 430 mil naquele período, os desembargadores do Órgão Especial da corte deixaram evidente a disposição de levar às últimas consequências a investigação sobre os contracheques milionários embolsados apenas pela 'turma do milhão', como ficou conhecido o grupo dos cinco.

Uma ala do colegiado vai propor a suspensão dos poderes jurisdicionais de três desses desembargadores ainda na ativa - Alceu Penteado Navarro, presidente do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), que recebeu R$ 640,3 mil a título de férias e licenças-prêmio acumuladas; Fábio Gouvêa (R$ 713 mil) e Vianna Cotrim (R$ 620 mil).

Mas a medida, se aprovada, não poderá alcançar os que chegaram ao topo dos holerites mais alentados - os ex-presidentes do TJ, Roberto Antonio Vallim Bellocchi, que recebeu R$ 1,44 milhão e se aposentou, e Vianna Santos, que recebeu R$ 1,26 milhão e morreu em janeiro de 2011, vítima de enfarte agudo do miocárdio.

A apuração relativa à "turma do milhão" está em curso, na fase de apresentação de defesa. Navarro sustenta que precisou do dinheiro para cobrir despesas com tratamento médico de familiares. Apresentou recibos e outros documentos. Na semana passada, ele ganhou apoio de 23 advogados que atuam na corte eleitoral e defendem sua permanência no cargo. Gouvêa disse que usou a verba para reformar um apartamento.

O Órgão Especial reúne 25 desembargadores, 12 eleitos, 12 mais antigos e o presidente da corte, Ivan Sartori. Eles cravaram que os 41 magistrados - que, juntos, receberam R$ 7,03 milhões - não cometeram infração disciplinar, nem ato de improbidade. O argumento central é o de que ninguém do grupo tinha poder para liberar valores, ao contrário de Navarro, Gouvêa, Cotrim, Bellocchi e Vianna Santos.

Equilíbrio."Não existe acusação nenhuma (contra os 41), nunca houve, haja vista que não eram ordenadores de despesa e, em tese, se limitaram a receber verbas em atraso que lhes eram devidas, alguns até sem saber que estavam sendo pagos com exclusividade", anotou Sartori.

Segundo ele, o que existe "é um procedimento apenas para se restaurar o equilíbrio e a isonomia diante de pagamentos que criaram distorções por ausência de critérios".

Uma medida que deverá ser adotada com relação aos 41 é o corte de até 50% sobre o valor do saldo remanescente de crédito a que eles ainda têm direito - esse dinheiro, cerca de R$ 14 mil, é depositado mensalmente na conta dos desembargadores, além dos vencimentos. Sartori havia proposto inicialmente bloqueio equivalente a 100% do crédito, mas foi vencido.

Poderá ser usada como justificativa para recebimento antecipado de valores excepcionais despesa com tratamento de doenças graves - além de casos de cirurgia plástica reparadora e serviço odontológico, "dependendo da gravidade do caso". "Tem que apresentar prova (dos gastos)", avisou Sartori. "Estamos tentando restaurar a isonomia, mas o Órgão Especial tinha que declinar os parâmetros."

Sartori anunciou que o TJ está preparando uma resolução com critérios e exceções para pagamentos antecipados a juízes e desembargadores. Ele explicou que a norma vai deixar expresso em que casos e situações o dinheiro da corte poderá ser liberado à toga.

O presidente disse que vai apresentar um novo voto, no caso dos 41, "mais objetivo, analisando caso a caso". No voto que apresentou nesta quarta a seus pares, fazia ressalvas. "É imperioso verificar se havia justa causa para essas antecipações excepcionais e se elas importaram ou não em violação aos princípios constitucionais da isonomia, moralidade e impessoalidade".

 
E A CONTA CURRAL DE DIRCEU? PDF Imprimir E-mail
Notícias - Política
Postado por Manoel Santos   
Qui, 17 de Maio de 2012 06:58
Nosso site ainda continua querendo saber:

ONDE FICA A CONTA CURRAL DE DIRCEU E PARA QUE ELA SERVE?



Lei de Acesso à Informação mobiliza busca por dados de ex-ministros
Governo não mostra informações novas; no Planalto houve procura por gastos de Dirceu e Erenice

Leonencio Nossa e Rafael Moraes Moura, de O Estado de S. Paulo

BRASÍLIA - No primeiro dia de vigência da Lei de Acesso à Informação, órgãos federais evitaram divulgar documentos inéditos. A lei contempla que, além de o cidadão poder formular pedidos de dados, os governos podem ter papel ativo e divulgar informações inéditas. Os ministérios se limitaram a divulgar um link para a Corregedoria-Geral, onde poderia ser acessado um portal sobre a lei.

Os gastos dos ex-ministros da Casa Civil José Dirceu e Erenice Guerra com cartão corporativo - ambos varridos do Executivo após a explosão de escândalos - e dados sobre os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Fernando Henrique Cardoso monopolizaram as atenções daqueles que foram ao Serviço de Informação ao Cidadão (SIC) instalado no Palácio do Planalto.

A sala, de quarenta metros quadrados, tem seis computadores e quatro câmeras de vigilância. Quatro funcionários da Secretaria de Administração da Secretaria-Geral da Presidência da República foram treinados pela Controladoria-Geral da União (CGU) para orientar os interessados. Até as 16h30 desta quarta-feira, 16, o SIC do Planalto havia registrado 17 solicitações de informação.

O SIC do Planalto atende o cidadão que for atrás de informações do Gabinete de Segurança Institucional, da Casa Civil, da Secretarias Geral, de Relações Institucionais e de Comunicação Social e da vice-presidência da República.

À tarde, o sistema eletrônico de recebimento de pedidos da CGU apresentou problemas técnicos. Já os SICs de boa parte dos ministérios ficaram vazios durante o dia e receberam poucos pedidos por e-mail.

A Polícia Federal foi um dos órgãos que ainda não divulgaram material novo. No site do órgão estão disponíveis apenas relatórios policiais de 2008, amplamente divulgados na época. A assessoria da Polícia Federal argumenta que o sistema ainda está em fase de implementação e, nas próximas semanas, novos dados poderão ser divulgados.

Os SICs das pastas da Justiça e da Indústria, Desenvolvimento e Comércio receberam poucos pedidos de informação. Pela internet, cinco servidores fizeram pedidos à Justiça. O SIC da Indústria e Comércio recebeu quatro e-mails e cinco telefonemas com pedidos de informação. Todas as pessoas que procuram os ministérios eram servidores. As duas pastas já exibiam na internet portais de transparência antes da entrada em vigor da lei.

Diferentemente de outras pastas, o Ministério das Relações Exteriores registrou um número "elevado" de pedidos. Ao longo do dia, 30 pessoas pediram informações sobre documentos diplomáticos, como vistos e prazos de obtenção de passaportes.
À tarde, o ministro Antonio Patriota visitou a unidade do SIC, localizado na entrada principal do prédio do Itamaraty. O ministério ainda está organizando o seu portal de transparência. Relatórios de auditorias internas, por exemplo, foram divulgados no começo da noite.

Recorde. O SIC do Ministério da Saúde bateu recorde de pedidos. Foram 46 até o final da tarde. Funcionários da pasta, no entanto, lamentaram que boa parte dos pedidos não se enquadravam no espírito da nova lei. Houve pedido de telefone de maternidade e até dicas para parar de fumar, além de pedidos de esclarecimentos sobre ações da pasta. O ministério já dispõe do Disque Saúde, telefone 136, que repassa dados sobre seus programas.

Um dos empecilhos para o êxito da lei será a cultura do funcionalismo. Pesquisa da CGU em parceria com a Unesco apontou que para 55,5% dos servidores há dados e fatos que devem ser eternamente mantidos sob sigilo.

 
Um relator da quadrilha? Vai acontecer o que? PDF Imprimir E-mail
Notícias - Política
Postado por Manoel Santos   
Qui, 17 de Maio de 2012 06:44
Conselho define relatores contra Protógenes e Bacelar
Folhapress

O presidente do Conselho de Ética da Câmara, deputado José Carlos Araújo (PDT-BA), designou ontem os deputados Amauri Teixeira (PT-BA) e Assis Carvalho (PT-PI) como relatores das representações apresentadas contra os deputados Delegado Protógenes (PCdoB-SP) e João Carlos Bacelar (PR-BA) no colegiado.

Na semana passada, o conselho decidiu abrir processo contra Protógenes e Bacelar por suposta quebra de decoro parlamentar.

Bacelar é acusado da prática de nepotismo cruzado e Protógenes por supostas relações suspeitas com Idalberto Matias Araújo, vulgo Dadá, que foi identificado na Operação Monte Carlo como encarregado de cooptar policiais e agentes públicos.

Segundo o presidente do conselho, o deputado Bacelar seria notificado ainda ontem do processo e terá prazo de dez dias úteis para apresentar defesa por escrito.

O relator do processo contra Bacelar não terá que apresentar um parecer preliminar sobre a abertura ou não do processo. Isso porque a Corregedoria da Câmara, ao analisar as denúncias contra o deputado, pediu a abertura de processo disciplinar, com pena de suspensão temporária do mandato, que pode chegar a seis meses.

No caso de Protógenes, caberá ao relator Amauri Teixeira apresentar um parecer preliminar recomendando ou não o prosseguimento do processo contra o deputado no Conselho de Ética. O deputado José Carlos Araújo acredita que, em dez dias úteis, o relator deverá apresentar seu parecer ao conselho.

Nesse caso, se o parecer for pela investigação e se for aprovado, Protógenes será notificado para apresentar sua defesa por escrito.

Caso os conselheiros entendam que o conselho não deve investigar Protógenes, o processo será automaticamente arquivado.

 
E lá vai a tirolesa bicuda. PDF Imprimir E-mail
Notícias - Política
Postado por Manoel Santos   
Qui, 17 de Maio de 2012 06:36
Café com acarajé: DEM formaliza apoio a Serra nesta quinta e PSDB apoia ACM Neto na sexta
Josias de Souza

 

O DEM formaliza nesta quinta (17) seu apoio à candidatura do tucano José Serra à prefeitura de São Paulo. Além do candidato e de lideranças locais, o ato será prestigiado pelos dois principais avalistas da parceria: o governador Geraldo Alckmin (PSDB) e o presidente do DEM federal, José Agripino Maia.

Em operação casada, ocorrerá nesta sexta (18) uma reunião na qual será oficializada a aliança do PSDB com o candidato do DEM à prefeitura de Salvador, o deputado ACM Neto. Selarão o acordo os presidentes dos diretórios municipais das duas legendas: José Carlos Aleluia (DEM) e Sérgio Passos (PSDB).

Nos dois casos, há pendências por resolver. Em São Paulo, o DEM reivindica a "preferência" na indicação do vice de Serra. Mede forças com o 'ex-demo' Gilberto Kassab, que pega em lanças para encaixar na vaga um nome do seu PSD: Alexandre Schneider, ex-secretário de Educação do município.

Em Salvador, além da escolha do vice de ACM Neto, será necessário administrar a indignação do deputado tucano Antonio Imbassahy.

Ele queria ser o candidato. Preterido em função da conveniência de Serra, torce o nariz para o DEM, partido no qual já militou.

Imbassahy é cria política de ACM, avô do candidato que agora refuga. Filiado ao ex-PFL, governou a capital baiana por dois mandatos, de 1996 a 2004.

Em 2005, rompeu com o carlismo e mudou-se para o PSDB. Sua adesão à candidatura de ACM Neto é vista como necessária para potencializar a aliança.

Um líder do DEM resumiu assim a cena: "Faremos o possível para que o Imbassahy entre na campanha. Andaram dizendo que ocorreu na Bahia um estupro. Prefiro dizer que estamos fazendo um casamento indiano, arranjado pelas famílias. O amor vem com o tempo."

 
CUIDADO! Pode acontecer com vocês aqui também. PDF Imprimir E-mail
Notícias - Mundo
Postado por Manoel Santos   
Qui, 17 de Maio de 2012 06:31
Algumas coisas são patentes e comuns em uma "democracia" vermelho-progressista:

1) O povo vira escravo do regime
2) A imprensa é imprensada e punida com a perda da capacidade de denunciar.

Isso, se a petralhada continuar livre, leve e solta, pode acontecer com a imprensa brasileira.
ELLes estão tentando.

Campanha presidencial na Venezuela é marcada por agressões a jornalistas
Desde janeiro, foram 64 alertas de intimidações ao exercício da profissão, a maioria dirigida a críticos do chavismo

Luiz Raatz / ENVIADO ESPECIAL / CARACAS

Imprensa-livreCARACAS - A campanha presidencial venezuelana tem sido marcada por acusações de agressões a jornalistas. Desde janeiro, o Instituto Prensa y Sociedad (Ipys), entidade que monitora a liberdade de imprensa no país, registrou 64 alertas de agressões ou intimidações ao exercício da profissão. Deles, 60 atingiram profissionais de veículos críticos ao governo. Outros quatro foram registrados contra jornalistas de meios estatais.

Ao longo de todo ano de 2011, houve 94 casos. De acordo com o Ipys, os alertas mais comuns são ameaças - às vezes concretizadas - de agressões físicas e roubo ou confisco de equipamentos, como câmeras, gravadores e microfones. Há também, segundo o instituto e jornalistas locais, a pressão econômica contra veículos privados, exercida por meio de remanejamento de publicidade oficial, subsídio a veículos estatais e pressão política contra anunciantes.

"Na Venezuela não há casos exacerbados de violência, como na Colômbia ou no México. Em dez anos houve seis mortes. As coisas são feitas de maneira mais sutil", disse ao Estado a diretora executiva do Ipys, María Helena Balbi. "Além disso, em ano eleitoral, há muito mais mobilização e o clima político fica muito mais polarizado."

Nesta quarta-feira, 16, a presidente da Federação Nacional dos Jornalistas da Venezuela, Silvia Alegrett, manifestou a preocupação da categoria contra as recentes agressões em reunião com membros do governo.

"Temos visto um aumento de agressões a jornalistas durante o desempenho da função. Por isso, pedimos ao ministro da Comunicação Andrés Izarra uma reunião para tratar o problema", disse a dirigente sindical por meio de nota. "Expusemos nossa preocupação com as denúncias registradas na campanha eleitoral."

Representantes do chavismo acusam a oposição de agressão ao Sistema Nacional de Meios Públicos (SNMP), que reúne rádios, jornais, agências e canais estatais do governo. Em uma entrevista a uma rádio comunitária de Sucre, Izarra disse que os ataques são uma tentativa desesperada da oposição e pediu que eles sejam prudentes. Nos últimos dias, os veículos do governo têm mostrado imagens dos profissionais agredidos diversas vezes ao longo do dia. O SNMP também entrou nesta quarta com uma representação na Assembleia Nacional.

O Ipys admite a ocorrência dos incidentes. A entidade, no entanto, questiona o tratamento desigual dado pelo governo às denúncias dos dois lados do espectro político venezuelano. "Foi aberta sindicância para os quatro casos de jornalistas do SNMP agredidos", afirmou María Helena. "Não houve investigação sobre nenhuma das 60 denúncias que envolviam profissionais independentes."

Editor de investigação do diário El Universal, Francisco Olivares diz que as agressões são indiretas. "São obra de grupos políticos partidários do chavismo que podem, ou não, atuar com a anuência do PSUV", afirmou ao Estado. "A ação do governo contra os meios é pontual e sutil."

Segundo a ONG, um efeito colateral do clima de polarização dos meios de comunicação na Venezuela é o descrédito dos profissionais. "Os jornalistas são cada vez mais identificados com correntes políticas e perde-se a noção de que eles têm uma missão informativa", disse María Helena. "Tudo é colocado em termos de a favor e contra, chavistas e antichavistas. E o governo passa a ver coberturas de temas do cotidiano como uma tentativa de desestabilização da oposição." 

 
As 10 perguntas da Folha e as minhas 10 perguntas. PDF Imprimir E-mail
Notícias - Política
Postado por Manoel Santos   
Qua, 16 de Maio de 2012 22:08
Sob o título de "10 perguntas para a Comissão da verdade" a FOLHA DE SÃO PAULO publicou no dia de hoje o seguinte texto:

10 perguntas para a comissão da verdade
Vinte e sete anos após o fim da ditadura, grupo poderá desvendar segredos como o destino dos desaparecidos

1) ARAGUAIA
O que o Exército fez com os guerrilheiros?

Pelas contas oficiais, 63 guerrilheiros foram mortos no maior conflito armado da ditadura, entre 1972 e 1974. Até hoje, só duas ossadas de militantes foram identificadas. A comissão pode esclarecer se houve extermínio de presos e ajudar a localizar seus restos mortais

2) A MORTE DE VLADO
Como morreu Vladimir Herzog?
O jornalista Vladimir Herzog foi encontrado morto na prisão, em outubro de 1975. O culto ecumênico em sua memória, na Catedral da Sé, virou marco da resistência ao regime. A foto do corpo de Vlado expôs a fragilidade da versão oficial de suicídio, mas sua morte nunca foi esclarecida

3) RUBENS PAIVA
Quem matou o ex-deputado?
Cassado logo após o golpe de 1964, Rubens Paiva foi visto pela última vez ao ser preso em janeiro de 1971. Seu desaparecimento se tornou um escândalo internacional. Até hoje não ficou comprovado como, onde e quando ele morreu. O corpo nunca foi encontrado

4) OS DELATORES
Quem eram os informantes do regime?
A ditadura montou uma rede de informantes e agentes infiltrados em órgãos públicos, empresas e organizações de esquerda. O caso mais conhecido é o de Cabo Anselmo. A comissão pode identificar outros agentes que entregaram militantes para a tortura

5) STUART E ZUZU ANGEL
O que fizeram com o filho de Zuzu Angel?
O estudante Stuart Angel Jones foi preso em 1971 e visto pela última vez na Base Aérea do Galeão, onde sofreu torturas. Sua mãe, a estilista Zuzu Angel, denunciou o crime no exterior e morreu num acidente de carro no Rio que jamais foi esclarecido

6) OS TORTURADORES
Quem praticou maus tratos nos porões?
Um dos principais objetivos da comissão é identificar os agentes civis e militares que torturaram. O projeto "Brasil Nunca Mais" listou 436 pessoas em 1985, mas muitas já morreram. O levantamento pode dar origem a novas ações contestando a Lei da Anistia

7) OPERAÇÃO BANDEIRANTE
O que aconteceu na rua Tutoia?
Ao menos nove militantes morreram e dezenas foram torturados na Oban (Operação Bandeirante), instalada em 1969 e depois rebatizada de DOI-Codi. Uma das vítimas do centro de repressão, instalado na rua Tutoia (zona sul de SP), foi a presidente Dilma Rousseff

8) A CASA DE PETRÓPOLIS
O que ocorreu na Casa da Morte?
A Casa de Petrópolis foi mantida pelo CIE (Centro de Informações do Exército) na região serrana do Rio. Segundo relato do ex-sargento Marival Chaves, funcionou como palco de torturas, assassinatos e ocultação de cadáveres. A lista de vítimas nunca foi conhecida

9) OPERAÇÃO CONDOR
Como funcionou a aliança entre ditaduras?
No fim dos anos 70, ditaduras do Cone Sul se uniram numa operação secreta para perseguir militantes de esquerda. Só na Argentina, desapareceram seis brasileiros entre 1976 e 1980. A comissão pode esclarecer as mortes e os seqüestros

10) DESAPARECIDOS
Onde enterraram as vítimas do regime?
Entre 150 e 180 militantes que lutaram contra a ditadura são considerados desaparecidos -seus corpos nunca foram entregues às famílias. Muitos foram enterrados clandestinamente em cemitérios como os de Perus e Vila Formosa, em SP.


Bom, visto que a Folha faz 10 perguntas para a Comissão da verdade, como meio jornalístico, me sinto no direito de fazer as minhas "10 perguntas para a Comissão da Verdade".

1) ARAGUAIA.
O que os tais guerrilheiros faziam e pretendiam no ARAGUAIA?
Cerca de 80 ditos guerrilheiros se instalaram na região, sob orientação do partido comunista e com apoio da China. Todos usavam nomes falsos. Se eram cidadãos de bem, por que usavam nomes falsos?
Quantos companheiros "OSVALDÃO" ( Osvaldo Orlando da Costa - militante do PCdoB ) justiçou, além claro dos dois tenentes, e onde estão os corpos?

2) A MORTE DE KOSEL.
Quem ordenou para Waldir Carlos Sarapu, Wilson Egídio Fava, Onofre Pinto, Diógenes José Carvalho de Oliveira, José Araújo de Nóbrega, Oswaldo Antônio dos Santos, Dulce de Souza Maia, Renata Ferraz Guerra de Andrade, José Ronaldo Tavares de Lira e Silva, Pedro Lobo de Oliveira, Eduardo Collen Leite, TODOS da VPR ( organização à qual pertenceu dona Wana Roussef ), a explosão dos 50 kilos de dinamite contra o portão principal do QG do IIº Exército (Ibirapuera) que, aléM de ferir 6 militares, sendo 2 oficiais de alta patente, estraçalhou o corpo do jovem Mário Kosel, então com apenas 19 anos de idade e 6 meses de exército?

3) A MORTE DO JORNALISTA Edson Régis de Carvalho - PE.
Quem comandou a explosão da bomba no aeroporto de Guararapes que vitimou o Jornalista Edson Régis e deixou 17 feridos, além de 2 mortos, no dia 25/07/66?

4) OS FINANCIADORES.
Quem financiava as ações terroristas no Brasil, quem eram os responsáveis pela entrada de dinheiro no Brasil e quem era o responsável pelo treinamento dos grupos de esquerda que praticavam ações de sequestros?

5) Osíris Motta Marcondes, bancário - SP
Quem integrava o grupo que, ao tentar assaltar o BANCO MERCANTIL, matou friamente Osíris Motta, gerente da agência? E de quem partiu a ordem para o assalto?

6) OS JUSTIÇADORES.
Quem e quantos eram os responsáveis pelos mais de 50 justiçamentos de cumpanhêros sobre os quais recaía a desconfiança de serem delatores dos terroristas?

7) OPERAÇÃO EMBAIXADOR.
Quantos eram, quem eram e quem torturou o embaixador americano no aparelho terrorista onde ele ficou preso? Sabe-se que um deles era o ex-ministro Franklin Martins. Quem eram os outros?

8) DINHEIRO DE ADHEMAR.
Quem ficou e o que foi feito com os 2 milhões de dólares roubados do cofre de Adhemar de Barros?

9) ARMAS.
De onde vinham as armas que Dona Wana Roussef afirma ter escondido embaixo do colchão onde dormia? Em quais operações elas foram usadas e por quem?

10) QUAIS MILITANTES DE ESQUERDA ENTREGARAM SEUS COMPANHEIROS PARA OS RADICAIS DO EXÉRCITO? ( Não vale Genoíno )
 

 
TOMA PETRALHAS SAFADOS. PDF Imprimir E-mail
Notícias - Política
Postado por Manoel Santos   
Qua, 16 de Maio de 2012 21:55
Regulamentação de rede social fere liberdade de expressão, diz ministra

DE BRASÍLIA - A ministra Cármen Lúcia, presidente do Tribunal Superior Eleitoral, comparou ontem as publicações em redes sociais a uma "conversa em mesa de bar" e disse que não há regulamentação que possa ser feita para esses canais de comunicação sem que haja interferência no direito à liberdade de expressão.

Segundo ela, lidar com esses novos meios será o grande desafio nas eleições deste ano.

A ministra participou da 7ª Conferência Legislativa sobre Liberdade de Expressão, apoiada pela ANJ (Associação Nacional de Jornais), entre outras entidades. Também no evento, a secretaria de Comunicação Social da Presidência, Helena Chagas, e o presidente da Câmara, Marco Maia, opuseram-se à ideia de controle de conteúdo nas redes sociais.

Acho bom que esta quadrilha, SEGUNDO A PGR E O MENSALÃO DO LULLA, comecem a tomar umas pancadinhas nos chifres, para deixaraem de lado essa tentativa cretina de jogar no lixo a liberdade responsável de opinião, garatida pela DEMOCRACIA que estes VAGABUNDOS não contribuíram em nada para que fosse restabelecida no Brasil.

Parafraseando o que dizem o esgoto da política nestepaís do Pinguça, lá vai:

CHUPA PETRALHA SAFADO! 

 
Do Painel - Folha de São Paulo PDF Imprimir E-mail
Notícias - Política
Postado por Manoel Santos   
Qua, 16 de Maio de 2012 21:40
VERA MAGALHÃES Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

 

dilma-vaiada
A tensa participação de Dilma Rousseff na Marcha dos Prefeitos, que resultou na primeira vaia pública da presidente, serviu de alerta para os governistas quanto aos obstáculos que ela deve enfrentar até 2014 em decorrência de sua conhecida aversão a "fazer política".
Num evento tradicionalmente marcado pela divulgação de benesses federais aos municípios, Dilma disse mais "não" que "sim" a administradores, muitos dos quais ávidos por ajuda federal às vésperas da eleição.
O protesto surpreendeu o Planalto, que surfava na alta aprovação de Dilma. "O calendário dela é um, o nosso é outro. As urnas estão aí", diz um prefeito aliado.

Nua e crua Oficialmente, o Planalto afirma que Dilma sabia dos riscos de enfrentar protestos, mas preferiu "não mentir" aos prefeitos.

Que fase!
Depois de ter responder por contatos com aliados de Carlinhos Cachoeira, o subsecretário de Assuntos Federativos do Planalto, Olavo Noleto, enfrentou a ira da presidente, que queria números para responder aos prefeitos. "Os dados, onde estão os dados?", reclamou ela.

Dança...
Insatisfeita com a Comissão de Ética Pública, Dilma fará mudanças no órgão, mas tomará cuidado para evitar a sensação de "tutela oficial". Dos 7 membros, 5 saem entre junho e julho. Os mandatos de Sepúlveda Pertence e Américo Lourenço só vencem em 2013 e 2015.

...das cadeiras
O Planalto se queixa de não ser comunicado previamente sobre as decisões anunciadas pelo colegiado. Entre os casos que causaram incômodo estão a censura pública ao ex-ministro Antonio Palocci e o processo contra Fernando Pimentel (Desenvolvimento).

Pegadinha
No pedido de esclarecimentos formulado a Roberto Gurgel, a CPI quer saber quando o procurador-geral foi informado sobre a Operação Monte Carlo. A ideia é derrubar, com a discrepância de datas, a tese de que ele paralisou a Vegas por conta da outra investigação.

Data venia
Na decisão que livrou Cachoeira de depor à CPI, o ministro Celso de Mello usou trecho de "Prerrogativas Profissionais do Advogado", de Alberto Toron, ex-auxiliar de Márcio Thomaz Bastos, defensor do bicheiro.

Termômetro
Dilma convocou os 38 ministros para a instalação da Comissão da Verdade, prevista para hoje. "Dá até para fazer reunião ministerial'', brincou um deles, em alusão às raras ocasiões em que o alto escalão é recebido pela presidente.

Mártires
Em vídeo que vai ao ar hoje no portal da Copa-2014, Pelé elogia Dilma, "que quase morreu pelo país", e diz que seu papel é apaziguar pendengas regionais entre torcedores quanto aos estádios-sede: "Aceitei [o convite] para ver se a gente acaba com essa briga".

Vai que é sua
O conselho político de José Serra agirá para atrair PP e PTB, que negociam com Gabriel Chalita (PMDB). Os dois partidos estão instalados no governo de Geraldo Alckmin, sobre quem recai a pressão para persuadir Paulo Maluf e Campos Machado.

A conferir
Alheio às tratativas de alianças, Luiz Flávio D'Urso (PTB) informou ontem à OAB-SP que se licenciará da entidade na última semana de maio para se dedicar à campanha eleitoral.

Plumas
O PT trata com especial atenção o seminário de educação amanhã, que será a estreia da ex-tucana Claudia Costin e da "ex-marineira" Maria Alice Setúbal ao lado de Fernando Haddad.

com FÁBIO ZAMBELI e ANDRÉIA SADI

 
O código de Ética do Guardanapo. PDF Imprimir E-mail
Notícias - Política
Postado por Manoel Santos   
Qua, 16 de Maio de 2012 21:27
Já existe, na lei,vide CONSTITUIÇÃO DO BRASIL, um código de ética que norteia a atuação de servidores públicos.
Cabral instituiu um próprio, como se pairasse acima do que diz a CONSTITUIÇÃO.

Bastou que Garotinho revelasse o lado "main sophistiquée" du Cabral e lá se vai o Código de Ética de Cabral se transformar em Código de Ética do Guardanapo Francês.

Mudou de novo.
Desta vez, para "nortear" as relações incestuosas mantidas por Cabral e Cavendish até aqui e que, a partir de agora, exigem "certa distância de fornecedores", fazendo crer que elas, até a chegada de Cabral e sua troupe em Paris, nunca tivessem existido. Seria uma espécie de buraco negro aberto na camada de osmose corruptiva e meliante entre Cabral e Cavendish.
Cabral é pândego e já faz por merecer um título de doutor honoris causa, deste que o PODEROSO CHEFÃO DO MENSALÃO recebe por atacado. 

Por quem seria dado o título e o fardão vermelho?
Ora, pela petralhada, claro.

Após fotos em Paris, Cabral muda código de ética no Rio
Texto impõe 'distância social' de fornecedores
FOLHA DO RIO

Menos de um mês após a divulgação de fotos em que aparece confraternizando com empresários em Paris e Mônaco, o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), ampliou as regras do Código de Conduta da administração estadual.

A partir de agora, as autoridades devem "guardar distância social no trato com fornecedor de materiais ou contratantes de prestação de serviços ao Estado". O item não estava previsto na primeira redação do código, de 2011.

O manual foi criado dias depois de Cabral usar um avião do empresário Eike Batista para ir ao sul da Bahia, onde participou de festa de Fernando Cavendish, então dono da empreiteira Delta. O empresário é o mesmo que aparece com Cabral e secretários em fotos na Europa.

A nova redação do código afirma ainda que o servidor deve evitar locais frequentados por prestadores de serviço e "aparentar intimidade" com fornecedores.

Se estivesse em vigor em 2009, o código betaria a viagem de Cabral e integrantes do primeiro escalão do governo a Paris com Cavendish.

O código de conduta define como deve ser o comportamento de governador e vice-governador, secretários, subsecretários e presidentes de empresas públicas e sociedades de economia mista.

 
Progressistas-amarelados. PDF Imprimir E-mail
Notícias - Política
Postado por Manoel Santos   
Qua, 16 de Maio de 2012 21:10
A turminha de babacas vermelho-progressistas que levaram adiante o ódio desmedido do PODEROSO CHEFÃO DO MENSALÃO na CPI do Cachoeira, amarelou.
Uma a uma, as estratégias suicidas, fundadas no ódio cretino do Pinguça-Mor, vão sendo tragadas pelo andar solene da carruagem da verdade.
O cretino está dançando na boquinha da verdade.
Somente COLLOR, o idealizador do Dossiê Cayman fajuto, continua verbalizando a estratégia do Pinguça.
Mas aí, é compreensível não é mesmo?

PT recua, e CPI desiste de convocar procurador-geral
Comissão aprovou apenas envio de perguntas por escrito a Roberto Gurgel
Ala ligada a Lula vê em disputa com Ministério Público aumento do risco de condenação de réus do mensalão

FOLHA DE BRASÍLIA

O PT recuou da investida contra o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, e a CPI do Cachoeira desistiu ontem de convocá-lo. Agora, enviará a ele apenas perguntas por escrito.

Gurgel era acusado por integrantes da comissão, incluindo petistas, de ter sido moroso na investigação contra o senador Demóstenes Torres (ex-DEM-GO), suspeito de ser um dos principais braços políticos do empresário Carlinhos Cachoeira.

A ala do PT mais ligada ao ex-presidente Lula entendeu, porém, que o acirramento da disputa entre a CPI e Gurgel poderia resultar em danos no julgamento dos 36 réus do mensalão, vários deles do PT e de partidos aliados.

A previsão é a de que o julgamento ocorra neste ano, e a acusação será comandada justamente por Gurgel, chefe do Ministério Público federal.

Após a ameaça de ser convocado pela CPI, o procurador declarou que seus críticos tentavam proteger "mensaleiros". Ele foi apoiado por ministros do Supremo Tribunal Federal, local do julgamento, o que teria ampliado a apreensão de petistas.

Com a troca de acusações, o ministro Ricardo Lewandowski, revisor do processo do mensalão, deverá liberar os autos até o fim do mês, possibilitando o julgamento.

Emissários dos réus procuraram então petistas para pedir que atenuassem o tom dos ataques a Gurgel.

Apesar de o presidente do PT, Rui Falcão, ter dito que a comissão servirá para desmascarar os autores da "farsa do mensalão", aliados de Lula -incentivadores da comissão- começaram a mudar o discurso.

Ainda assim o relator da CPI, Odair Cunha (PT-MG), não descarta votar uma nova convocação caso a resposta de Gurgel seja insatisfatória.

Segundo o requerimento aprovado pela comissão, Gurgel terá de detalhar em cinco dias úteis os motivos de não ter investigado, já em 2009, as ligações de três parlamentares, dentre eles Demóstenes, com Cachoeira.

Os congressistas querem saber em que data e circunstâncias Gurgel recebeu os autos das operações da PF, e quais providências tomou.

Ontem também foi para a gaveta o pedido de convocação e de quebra de sigilo telefônico da mulher de Gurgel, a subprocuradora-geral Cláudia Sampaio. Ela foi a responsável por analisar o caso dos parlamentares em 2009. Ontem, a Procuradoria-Geral não se manifestou.

Amanhã, a CPI continuará a votar requerimentos de quebras de sigilos, o que pode atingir a empreiteira Delta e governadores supostamente envolvidos com Cachoeira.

Outra medida será tentar tomar na terça o depoimento de Cachoeira. Marcado para ontem, a fala foi suspensa pelo STF sob o argumento de que a comissão não deu à defesa acesso às provas.

A CPI aprovou a entrada dos advogados na sala que guarda os documentos e pedirá ao STF reconsideração.

Ontem, o STJ (Superior Tribunal de Justiça) adiou, após pedido de vista, julgamento para que Cachoeira, preso desde 29 de fevereiro, seja solto. O placar era de 3 a 0 pela manutenção da prisão.

 
A HERANÇA DO BIANCA! PDF Imprimir E-mail
Notícias - Política
Postado por Manoel Santos   
Qua, 16 de Maio de 2012 20:46
Por se preocupar em transformar criancinhas indefesas em um mercado futuro de bibas com seu famoso KIT BIANCA, o pai da BIANCA se esqueceu do que realmente interessa: EDUCAÇÃO.

Reprovação no ensino médio bate recorde em 2011
FOLHA DE SÃO PAULO

A taxa de reprovação dos alunos no ensino médio no Brasil bateu recorde no ano passado, atingindo média de 13,1%.

Veja os dados completos

É o maior índice já registrado desde 1999, primeiro ano em que os dados estão disponíveis no site do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais), órgão do Ministério da Educação.

O índice aponta o percentual de estudantes que, no fim do ano letivo, não obtém nota suficiente para passar de ano. O cálculo foi feito pelo Censo Escolar, pesquisas do Inep que colhe dados de todas as escolas brasileiras.

Considerando somente as escolas públicas, o índice sobe para 14,1%. Nas privadas, foi de 6,1%.

O Estado com maior índice de reprovação total é o Rio Grande do Sul, com 20,7%. Mas a pior rede foi a de escolas públicas municipais do Pará, onde o índice chegou a 62,5%.

A menor taxa total é a do Amazonas, com 6%. E em alguns locais, o índice chegou a 0%: nas escolas federais rurais do Pará, na rede municipal do Rio Grande do Norte e de Rondônia, e nas escolas privadas rurais do Ceará e Mato Grosso.

 
 
Do Blog do CH. PDF Imprimir E-mail
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Postado por Manoel Santos   
Qua, 16 de Maio de 2012 20:19
PT: prioridade é atacar governador tucano na CPI
A bancada do PT na CPI mista do Cachoeira se reuniu para definir o alvo principal, nos próximos dias: o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB). Orientados pelo ex-presidente Lula, os petistas vão apresentar requerimento para convocar Leonardo Almeida Ramos, sobrinho do bicheiro, que teria emitido três cheques, no valor total de R$ 1,4 milhão, para a compra de um imóvel que pertencia a Perillo.

Endereço conhecido
Cachoeira estava nessa casa, localizada no condomínio Alfaville, em Goiânia, quando foi preso em fevereiro pela Polícia Federal.

Outro comprador
Marconi Perillo sustenta que vendeu o imóvel para o dono de uma faculdade goiana, e não a Cachoeira. Para o PT, houve "triangulação".

Está explicado
Do deputado Silvio Costa (PTB-PE) sobre o ataque do PT a Perillo na CPI do Cachoeira: "No mensalão, quem mais bateu em Lula foi Perillo".

 
Don Cachaçone quer investigar Perillo. PDF Imprimir E-mail
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Postado por Manoel Santos   
Qua, 16 de Maio de 2012 20:07
Vocês sabem o que penso sobre LuLLa, o PODEROSO CHEFÃO DA QUADRILHA DE 40 LADRÕES DO MENSALÃO DO LULLA.
Trata-se de um "salafra profissa". 

Este miserável rancoroso que investigar a compra da casa de Perillo por Cachoeira.
Também acho que deva ser investigada, mas não por que este meliante queira.

No caso deLLe, falta explicar o que diz a reportagem da VEJA, odiada por estes vagabundos, publicada em 19 de agosto de 1998.

Vamos relembrar?

Amigo problemático
Os negócios do compadre Roberto Teixeira obrigam Lula a ficar se explicando

Ricardo Balthazar e Esdras Paiva

Lulla-apartamentoDurante muitos anos o advogado Roberto Teixeira foi um amigo que resolvia problemas do candidato à Presidência Luís Inácio Lula da Silva. Padrinho de um de seus filhos, o advogado é um homem de posses, dono de vários imóveis em São Bernardo do Campo. Teixeira emprestou a Lula a casa onde o candidato morou de graça durante oito anos. Foi ele que intermediou a compra do apartamento de cobertura para onde Lula acaba de se mudar. Na campanha eleitoral, porém, Teixeira pode se tornar um fornecedor de problemas para o candidato. Na semana passada, o problema do PT era explicar como uma empresa envolvida em uma operação esquisita terminou por depositar 10.000 reais na conta de Lula em 1995.

A empresa é uma construtora chamada Dalmiro Lorenzoni, e a operação, feita entre 1990 e 1991, gerou um lucro de 11.000% em menos de um ano. Tudo começou quando o presidente da Transbrasil, Antonio Celso Cipriani, comprou em São Bernardo um terreno que estava sendo desapropriado pela prefeitura. Por ele passaria um viaduto. Os proprietários haviam entrado na Justiça tentando evitar a desapropriação, mas o processo se arrastava havia mais de dez anos, sem resultado. Terrenos nessa situação valem pouquíssimo e o valor pago na época, segundo o registro da prefeitura, foi o equivalente a 5.400 reais em dinheiro de hoje. Sete meses depois da data do registro de venda, a construtora Lorenzoni apareceu para comprar o terreno. Dessa vez, pelo preço de 620.000 reais, em valores atualizados. O que fez o imóvel valorizar-se tão rapidamente em tão pouco tempo? A prefeitura, administrada pelo PT, cancelou o processo de desapropriação e transformou o terreno bichado numa área comercialmente valiosa.

Entre todos os terrenos na área que seria desapropriada, o único a ser vendido antes do cancelamento foi esse. Até aí o que se pode concluir é que Cipriani teve muita sorte em comprar um terreno ruim e vendê-lo bem. Ele sabia que a obra programada para o lugar tinha gorado e havia um processo pedindo a revisão das desapropriações. (Os proprietários pressionaram a prefeitura a devolver os terrenos.) Mas uma série de coincidências torna o processo peculiar — todas relacionadas a Teixeira. Ele era advogado de onze dos 37 proprietários que tinham terrenos na área a ser desapropriada, inclusive os do terreno em questão. Era advogado também de Cipriani, com quem trabalha hoje, como presidente da Fundação Transbrasil. Também era advogado da construtora que comprou o terreno. Finalmente, Teixeira era amigo do prefeito de São Bernardo, Maurício Soares, que chegou a convidá-lo para ser secretário municipal em seu primeiro mandato. São coincidências que podem gerar desconforto em época de campanha eleitoral. Mas não são suficientes para caracterizar espécie alguma de irregularidade. "É absurdo fazer qualquer insinuação sobre tráfico de influência", protesta Adhemar Gianini, que é advogado de Teixeira.

O problema é que essa confusão dos terrenos se somou a outra. Uma reportagem exibida no Jornal da Band, da TV Bandeirantes, mostrou um cheque de 10.000 reais depositado por Sérgio Lorenzoni, irmão do dono da construtora que comprou o terreno, na conta de Lula. Foi em 1995, três anos depois da suspensão da desapropriação dos terrenos. A presença do cheque, em si, não indica absolutamente nada. Mas, como o jornal levantava a suspeita de que o dinheiro estivesse ligado ao terreno, caberia ao PT dissipar a suspeita. Em lugar de fazer isso claramente, a cúpula do partido ameaçou processar os jornalistas e limitou-se a dar explicações vagas.

Gianini, advogado de Teixeira, diz que seu cliente recebeu o cheque como pagamento de honorários. Depositou-o na conta de Lula como entrada na compra de um Omega usado, adquirido por 40000 reais. Lula confirma. Mas, quando se pede para ver os documentos sobre a venda do veículo, o PT não mostra. "Só vamos apresentá-los em juízo, para não alimentar uma polêmica que só interessa aos adversários", disse o coordenador da campanha petista, Luiz Gushiken. Como se recusa a dar explicações sobre seu patrimônio, coisa que todo homem público é forçado a fazer, Lula apenas alimenta a polêmica. Segundo o advogado Gianini, Lula decidiu comprar o apartamento em que hoje mora, uma cobertura avaliada em 200.000 reais, porque estava cansado de ficar de favor na casa que pertencia a Teixeira. Mas o candidato nunca mostrou documentos que esclarecessem de onde tirou o dinheiro para pagá-lo. Limitou-se a dizer que vendeu o Omega e um terreno herdado pela mulher. Se o valor que recebeu pelo carro é realmente 40.000 reais, foi um negócio de irmão. Na época, esse era o preço dos mais caros modelos zero-quilômetro.

Essa discussão pode parecer pequena e, às vezes, até tola. Mas ela só prospera porque Lula e o PT contribuem para que isso aconteça. No ano passado, o economista Paulo de Tarso Venceslau, antigo militante do partido, fez várias denúncias contra Roberto Teixeira. Disse que, usando a amizade com Lula, o advogado fazia tráfico de influência para convencer prefeituras do PT a contratar sem licitação uma empresa de consultoria chamada CPEM. Lula saiu em defesa do amigo, a comissão interna que investigou as denúncias acabou em pizza, e o acusador foi expulso do partido.

 
Do Blog do Giba PDF Imprimir E-mail
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Postado por Manoel Santos   
Qua, 16 de Maio de 2012 20:02
Fator cutícula
Quem conhece bem Dilma Rousseff sabe avaliar o seu grau de irritação à medida em que começa a levar dedos à boca, tentando puxar com os dentes alguma cutícula (nos tempos de guerrilha, roia as unhas). Na abertura da 15ª Marcha dos Prefeitos a Brasília, quando foi vaiada, Dilma recorreu ao expediente e até tirou parte do esmalte. A distribuição de retroescavadeiras e motoniveladoras não foi suficiente para conter as vaias. Era a primeira vez que a presidente enfrentava um ambiente tão adverso. Quando deixou o palanque, de dedo em riste, tratou de espernear com Paulo Zulkowski, presidente da Confederação Nacional dos Municípios. Achava que devia ter sido prevenida. Zulkowski, portanto, é o novo integrante da lista negra presidencial.

Adeus de Rosa
Sergio Rosa, durante anos presidente da Previ, está deixando a BrasilPrev, braço de previdência aberta do Banco do Brasil. Alega motivos particulares: trabalha em São Paulo e a família mora no Rio. Não pode voltar à Previ: os estatutos proíbem. Retornaria como diretor, eleito pelos participantes do fundo – e ele não quer. Rosa comandou a Previ por sete anos, foi o grande inimigo de Daniel Dantas nos tempos da Brasil Telecom e em 2001, teria contribuído generosamente para a campanha presidencial de Lula, supostamente através de empresas das quais a Previ era sócia.

Questão de confiança
As Forças Armadas, com 73%, ocupam o topo do ranking de confiança dos brasileiros, de acordo com pesquisa da Faculdade de Direito GV. Em segundo lugar, a Igreja Católica, com 56%, seguida pelo Ministério Público (55%), grandes empresas (45%), imprensa escrita (44%) e Judiciário (42%). Na lanterninha, partidos políticos com 5% da confiança dos brasileiros. Mais: a Direito GV também quis saber se os brasileiros acreditam nos vizinhos e 70% responderam que não.

A casa de Cachoeira
Agora, orientados pelo ex-presidente Lula, os petistas vão apresentar requerimento na CPI mista para a convocação de Leonardo Almeida Ramos, sobrinho do bicheiro, que teria emitido três cheques, no valor total de R$ 1,4 milhão para a compra de um imóvel que pertencia ao governador Marconi Perillo. Era a casa onde Cachoeira foi preso, no condomínio Alphaville, em Goiânia. Marconi sustenta que vendeu a casa para o dono de uma faculdade de lá – e não para Cachoeira. O PT alega que houve triangulação. Para quem tem memória curta: na época do mensalão, quem mais bateu em Lula foi Marconi Perillo, que chegou a garantir que "havia avisado o presidente".

Até o médium
O famoso médium que faz cirurgias espirituais e que virou amigo de Lula nesse período de seu tratamento, João de Deus (ele apareceu até no programa de Oprah Winfrey), é amigo de Carlinhos Cachoeira. O bicheiro goiano é que teria levado, o pedido, João de Deus até Caracas para uma consulta com o presidente Hugo Chávez, que também enfrenta um câncer. Agora, a Polícia Federal e alguns parlamentares descobriram esse vôo e estão investigando quem recomendou a João de Deus para ir ver Chávez e quem pediu a Cachoeira para levá-lo num jatinho particular.

Fora de si
Quem está convivendo, com maior proximidade, com o senador Fernando Collor (PTB-AL), nesses altos e baixos da CPI do Cachoeira, acha que, em determinados momentos, parece que sai "fora de si": grita, repete frases, cita Veja, se descabela e por aí vai. Muitos preferem nem falar nada: ficam esperando passar a fúria; outros, depois – e só depois – acabam dando muita risada.

Olho vivo
De um lado, integrantes da CPI mista estão sendo advertidos que não podem convocar governadores; de outro, alguns querem convocar governadores enquanto terceiros lutam para deixar todos de fora. Agora, Marconi Perillo, governador de Goiás, está avisando que se for convocado, vai fazer sua defesa e aproveita para propor a criação de uma CPI para investigar todas as empreiteiras. Pode até nem precisar: à medida em que forem sendo chamadas figuras ligadas a Delta, para investigar relações com o bicheiro, quase automaticamente a tendência da comissão será de se transformar numa CPI de empreiteiras, aquela que o Congresso sempre quis fazer – e nunca conseguiu.

Mulher cara
Com movimentação mensal na conta corrente que poderia chegar até R$ 3 milhões, Carlinhos Cachoeira gostava muito de usar cartões de crédito, segundo investigações da PF (numa época, foi parar no Serasa por não pagar R$ 3,9 mil no cartão do Banco do Brasil). Sua mulher, Andressa Alves Mendonça, também gastava muito nos cartões: nas viagens internacionais, os gastos sempre chegavam aos cinco dígitos. Uma fatura dela chegou a R$ 62.838,82; outra, R$ 25.877,44. Ele operava também com cartões em nome de suas empresas, muitas fantasmas e distribuía cartões a ajudantes, para pagamentos de pequeno vulto.

Polícia aliada
Em outro trecho do relatório sobre as investigações da Polícia Federal sobre a ação de Carlinhos Cachoeira, está registrado que ele recebia 30% (o mínimo era R$ 25 mil) de todas as casas de caça-níqueis da região Centro-Oeste que pertenciam a terceiros. Quem não pagasse – surpresa – tinha seu negócio fechado pela ação da polícia, que agia sob as ordens de Cachoeira.

 
O GLOBO - Editorial PDF Imprimir E-mail
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Postado por Manoel Santos   
Qua, 16 de Maio de 2012 19:36
O que se espera da Comissão da Verdade

 

logo_oGloboA posse, hoje, dos sete integrantes da Comissão da Verdade é a penúltima etapa de um longo processo de debate e reflexão sobre como a sociedade deve preencher as lacunas herdadas da dramática história da "guerra suja" na ditadura, em que grupos de extrema esquerda foram reprimidos pelos militares, com um saldo de torturados, mortos e desaparecidos.

A formulação da proposta de criação da Comissão já é, em si, um exemplo de como a livre discussão num regime democrático se constitui fórmula infalível de se aperfeiçoar ideias. Da primeira proposta de instituição deste grupo até hoje passaram-se três anos.

A Comissão foi mencionada, em 2009, no 3º Programa Nacional de Direitos Humanos, no governo Lula. Mas ela surgiu contaminada pela visão revanchista de alguns setores do governo. Ainda se tentava encontrar brechas que levassem aos tribunais agentes públicos envolvidos naquela guerra.

Estes, por porta-vozes escolhidos entre militares da reserva, pediam tratamento equânime. Queriam que terroristas e guerrilheiros também respondessem na Justiça pelos atos daqueles tempos.

Mas a revanche nunca teve respaldo jurídico, porque a Lei de Anistia, de 1979, aprovada ainda no governo militar de João Baptista Figueiredo, foi ampla, geral e recíproca. Quer dizer, beneficiou os dois lados.

E tinha — como tem — a legitimidade de ter saído de uma ampla negociação entre líderes da oposição e os generais, ao contrário do que aconteceu em outros países latino-americanos. O Supremo Tribunal Federal terminaria reafirmando a constitucionalidade da lei, e com isso a questão da punição deixou, de uma vez por todas, de fazer sentido.

A escolha dos sete participantes da Comissão consumiu quase seis meses e foi inatacável. É evidente a precaução da presidente Dilma em incluir entre os nomeados Rosa Maria Cardoso da Cunha, sua advogada quando foi prisioneira política. Qualquer referência à presidente, em algum depoimento, será feita diante de uma testemunha do que Dilma passou nos porões do regime. A presidente está no seu direito. E também Rosa Maria viveu intensamente aqueles tempos.

Não houve viés político-partidário. Se a psicanalista Maria Rita Kehl pode ser considerada próxima ao PT, há um ex-ministro da Justiça e um ex-secretário de Direitos Humanos de FH, José Carlos Dias e Paulo Sérgio Pinheiro.

Assim como um ministro da Justiça de Sarney (José Paulo Cavalcanti Filho); Gilson Dipp, ministro do Superior Tribunal de Justiça; e o procurador-geral da República na gestão Lula, Cláudio Fontelles.

Entrevistas concedidas após a indicação identificaram alguns desencontros de posição sobre o alcance do trabalho da Comissão. Houve desmentidos, mas, mesmo que haja conflitos — naturais, diante do assunto —, a qualificação do grupo é garantia de que o consenso será possível.

A Comissão da Verdade, sem revanchismo, servirá para resgatar um relato que falta para a História e familiares de vítimas: o paradeiro de mortos, desaparecidos e o que houve nos porões do regime.

O Brasil, assim como retirou por impeachment um presidente do Planalto, sem uma vidraça estilhaçada nas ruas, conseguiu fazer uma transição de volta à democracia também sem violência.

A Comissão precisa ser um fecho à altura destas demonstrações de maturidade política.

 
Cavendish tem que ficar duro, e comprar DVD pirata. PDF Imprimir E-mail
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Postado por Manoel Santos   
Qua, 16 de Maio de 2012 19:26
O roubo institucionalizado pela república petralha, fez e faz a riqueza dos bandidos de outrora e de bandidinhos que se escondem atrás de capinhas vermelho-progressitas, verdadeiros super-heróis de esgoto.

Seria bom, bom não, EXCELENTE, que Cavendish ficasse mais duro que pau de galinheiro com poder de compra equivalente a dois DVDs piratas do filme "PLUTO, o filho da PLUTA".
Já seria de bom tamanho.

Procurador abre inquérito para investigar venda da Delta ao Grupo J&F
Objetivo é evitar que novos donos fujam ao pagamento de prejuízos por supostas irregularidades

Wilson Tosta

agenciaEstadoRIO - O procurador da República Edson Abdon abriu inquérito civil público para investigar a venda da empreiteira Delta Construções ao Grupo J&F Participações, proprietária do JBS, frigorífico que tem 31,4% de suas ações sob controle do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

O objetivo da investigação, pedida na semana passada pelo procurador regional da República no Rio de Janeiro, Nivio de Freitas Silva Filho, é evitar que os controladores da construtora - mais de 80% propriedade do empresário Fernando Cavendish - fujam ao pagamento de eventuais prejuízos causados por supostas irregularidades cometidas pela empresa. A Delta é suspeita de envolvimento com o suposto esquema do contraventor Carlos Ramos, o Carlinhos Cachoeira, para corromper agentes públicos e superfaturar obras, entre outros crimes.

A venda da Delta, anunciada na semana passada, foi recebida com estranheza pelo mercado. Não houve, segundo anunciado, desembolso de dinheiro. Os novos controladores terão dois meses para administrar a empreiteira e examinar sua contabilidade e compromissos, para então anunciar se vão realmente comprá-la. Cavendish, que se afastara do Conselho de Administração da empreiteira, não teria alternativa a isso - a outra seria aceitar a falência, já que a perda de credibilidade lhe fechou portas de financiamentos pelos bancos.

Integrante da área de Patrimônio Público da Divisão de Tutela Coletiva do Ministério Público Federal no Rio, Abdon oficiou ao BNDES para que explique sua eventual participação no negócio - o banco nega ter tido influência na compra e afirma que é somente sócio de uma controlada do J&F, sem influência na holding - embora a maior delas. O procurador também pediu informações sobre a venda à própria Delta e à J&F. Há suspeita de influência política no negócio, já que interessaria ao governo federal que a Delta, detentora de muitos contratos de obras federais, não falisse, e teme-se que recursos públicos acabem injetados na empreiteira. O Palácio do Planalto nega ter influído no caso e afirma que a empreiteira poderá ser declarada inidônea.

Abdon solicitou ainda ao Tribunal de Contas das União (TCU) e à Controladoria Geral da União informações sobre supostas irregularidades envolvendo obras e licitações federais vencidas pela Delta no Rio de Janeiro. O procurador requereu ainda à Junta Comercial cópias dos atos constitutivos da Delta e da J& F e pediu à Secretaria-Geral da Presidência da República cópias de todos os contratos da União com a empresa no Rio de Janeiro.

 
Descobriu a roda. PDF Imprimir E-mail
Notícias - Política
Postado por Manoel Santos   
Qua, 16 de Maio de 2012 19:21
Existe uma LEI que regula a atuação da COMISSÃO DA CASCATA.
Artigos desta mesma LEI, se assentam em artigos da LEI DA ANISTIA. 
Fugir disso seria como quebrar um ovo e descobrir, dentro dele, um girassol em flor.

DIPP, não faz nada além de descobrir a roda. E redonda.

Ministro do STJ diz que Anistia será mantida
RAFAEL MORAES MOURA E TÂNIA MONTEIRO

agenciaEstadoO ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Gilson Dipp, que será o coordenador da Comissão da Verdade, disse que não há possibilidade de esse ser o primeiro passo para a revisão da lei de anistia. "A comissão visa apurar as violações de direitos humanos, visa recompor a memória e a verdade histórica e não temos nenhum poder jurisdicional ou persecutório", declarou Dipp. "A sociedade saberá compreender que esta é uma missão acima de qualquer suspeita de que adentremos em terreno que a lei não nos permite", acrescentou o ministro.

Dipp voltou a admitir que tanto os atos dos militares quanto os da esquerda serão analisados. "O artigo primeiro da lei diz que toda violação aos direitos humanos poderá ser examinada pela comissão para recompor a memória e a história e é isso que será feito."

Ele disse que as prioridades do trabalho serão definidas a partir da primeira reunião da comissão, marcada para logo mais às 16 horas. "Vamos ter regimento interno e cronograma de ações e começar a escolher depoimentos, informações e entrega de documento e, principalmente, colaboração com outros órgãos públicos e de outras comissões."

Na avaliação do ministro este é um momento histórico para a sociedade e para o cidadão brasileiro. "O Brasil vai ter a oportunidade de se conciliar em definitivo com a história, com seu passado, com seus percalços e seus avanços. Uma democracia só se consolida se tivermos a certeza do que aconteceu no passado, sem que nada seja escondido. Que nenhuma mágoa fique latente, e que possamos promover a verdadeira reconciliação nacional, esta é a missão dolorosa da Comissão da Verdade", disse.

"Todos nós estamos cientes de que estamos trabalhando para que o Brasil possa se reconciliar com o seu passado, mais do que isso, possa se projetar para o futuro para que nossos filhos não mais sejam vitimas de intolerâncias, de violação aos direitos humanos, de tortura e do encobrimento da verdade", afirmou.

 
Dora Kramer - Estado de São Paulo PDF Imprimir E-mail
Notícias - Política
Postado por Manoel Santos   
Qua, 16 de Maio de 2012 19:19
Ilusão à toa

 

dora_kramerTanto faz como tanto fez. Do ponto de vista da investigação em si é quase irrelevante o adiamento do depoimento de Carlos Augusto Ramos na CPMI que trata das interligações dele no mundo da jogatina ilegal, do tráfico de influência, da espionagem, da corrupção, lavagem de dinheiro e negociatas de natureza público-privadas.

A presença do dito Cachoeira ajuda a animar a cena e a manter em evidência o fato. Mas, de qualquer modo e a qualquer tempo em que vá à comissão, o fará sob a regra do silêncio.

Seja para preservar seu direito constitucional de não se incriminar, seja em obediência aos ditames do sigilo inerente ao esquema de contorno mafioso de que se cuida.

Quanto mais calado ficar, menos chance tem de se enrolar mais do que já está embrulhado nos inquéritos da Polícia Federal e no processo em curso na Justiça de Goiás que, por sinal, acaba de pedir o bloqueio dos bens do acusado de chefiar operações de jogo ilegal, espionagem, corrupção de agentes públicos e privados e lavagem de dinheiro.

Parlamentares com larga experiência em comissões de inquérito não conferem grande valor a depoimentos. Estes têm mais o intuito de manter acesa a chama e de cumprir o rito do direito à defesa.

Surpresas, contradições importantes e informações relevantes quando aparecem vêm de personagens secundários. Já tivemos exemplos de motorista, secretária e até de um publicitário que deram contribuições efetivas para o rumo das investigações.

No caso de Carlos Augusto Ramos isso é altamente improvável. Não há o menor interesse dele nem do sistema interligado de advocacia que atende aos atores principais desse espetáculo, de denotar parceiros e facilitar o desmonte definitivo da organização.

Portanto, é inútil esperar que desse mato saia algum coelho.

De verdade.
Em favor da Comissão da Verdade, repita-se o que já foi dito: a composição não obedeceu a critérios partidários e observou o equilíbrio ideológico, descontando os extremos.

Agora o mais importante não são os nomes. É o modo de trabalho da comissão e a observância dos critérios da lei que dá ao grupo dois anos de prazo para reunir informações sobre as agressões aos direitos humanos em tese de 1946 a 1988.

Na prática o levantamento vai se concentrar no período de 1964 a 1985 porque o alvo da comissão são as lesões por motivação política, o que ocorreu no regime de exceção.

Haverá duas polêmicas básicas com as quais a comissão terá de lidar: a apuração dos crimes cometidos pelos grupos que aderiram à luta armada e a questão das punições.

Embora esteja fora do escopo da Comissão da Verdade e ao abrigo da Lei da Anistia, haverá movimentação para que as informações sejam usadas para a abertura de processos judiciais contra os agressores.

Serão revolvidos e revividos conflitos? Certamente, mas é inevitável e indispensável porque sem isso esse passado nunca passará.

De maduro.
A Justiça Eleitoral já começou a aplicar multas por antecipação de campanhas, o que denota o aumento do rigor em relação a tempos em que imperava a tolerância.

Por outro lado, porém, evidencia a caducidade da legislação que considera legais apenas campanhas iniciadas a partir de 5 de julho dos anos eleitorais.

A propósito da necessidade de se adaptar a lei (função do Congresso) à realidade e ao princípio da igualdade de condições entre candidatos, o ministro Arnaldo Versiani, do Tribunal Superior Eleitoral, fez observação tão precisa quanto pertinente ao jornal Valor Econômico.

Disse o ministro, no que deveria ser ouvido pelos partidos: "Poderíamos antecipar as convenções até para equilibrar as forças. Quem concorre à reeleição inaugura obras durante o primeiro semestre, ou seja, aparece para o eleitor, enquanto o adversário não pode divulgar sua candidatura".

 
Qual verdade? PDF Imprimir E-mail
Notícias - Opinião do Site
Postado por Manoel Santos   
Qua, 16 de Maio de 2012 18:42
A Vovó Petralha se emocionou hoje ( acredito que tenha soltado fogos ao ler a notícia de O GLOBO sobre os pedaços estraçalhados do corpo do jovem Kosel, após ser atingido por uma bomba criminosa detonada pelo grupelho de vagabundos a que pertencia ), ao instalar a tal de Comissão da Verdade.

Já disse várias vezes aqui, o que penso à respeito.
A LEI DA ANISTIA, permitiu que estes bandidos retornassem ao Brasil e, através da democracia que eLLes não queriam, sentar suas bundas terroristas em altos postos do governo.

O grupelho de assaltantes, do qual dona Vovó Petralha fazia parte, obteve, com a LEI DA ANISTIA, o direito de exercer seus direitos através da única forma de governo que eLLes odeiam, permitindo também, que eLLa, a PAPISA DO TERRORISMO, recebesse, nos dias atuais, o título de MANDATÁRIA SUPREMA DA NAÇÃO.

Disse a outrora terrorista: 

“Ao instalar a Comissão da Verdade, não nos move o revanchismo, o ódio ou o desejo de reescrever a história de uma forma diferente do que aconteceu”, afirmou a presidente em discurso. “Nos move a necessidade imperiosa de conhecê-la em sua plenitude, sem ocultamento”.

Pois que seja então em sua real plenitude, para que possamos saber quem  foram os responsáveis pelas mais de 50 mortes, assaltos, sequestros e bombas que aterrorizaram inocentes e, uma delas, ceifando a vida de um jovem soldado de 19 anos.

Disse aqui: PERTENCI AOS DOIS LADOS DAQUELA GUERRA. Isso mesmo. ERA UMA GUERRA exercida no campo e nas ruas das grandes cidades com orientações de cubanos vagabundos e russos irresponsáveis que queriam transformar este país em um regime comunista.
Pulei fora do barco vermelho-progressista POR QUE VI e PRESENCIEI verdadeiros absurdos que não condiziam com aquilo que desejava para o meu país.
E, aos 16/17 anos, eu queria DEMOCRACIA.

Pulei fora do militarismo, e FOI OPÇÃO MINHA, pelas mesmas razões.

Fui para as ruas, lutei junto da UNE, quando ainda prestava para alguma coisa, participei das passeatas silenciosas, pois acreditava que esta era a única forma DEMOCRÁTICA de restabelecer a democracia que muitos queriam.
Nós, com nosso silêncio, muitas vezes provocados por estes barderneiros que se dizem democráticos, VENCEMOS.

Destes vários grupos que lutaram de forma DEMOCRÁTICA pela volta de nossa liberdade, nenhum conheceu de perto qualquer instalação prisional do exército.

A LEI DA ANISTIA pacificou esta nação, perdoando bandidos de ambos os lados, e eles existiram.
Negar isso é que é verdadeiro revanchismo, exemplo claro de ódio e um desejo perene, nestes bandidos, de reescrever uma história que só interessaria ser reescrita se todos os bandidos, DE AMBOS OS LADOS, tivessem seus nomes revelados.

Se Edson Luís de Lima Souto, morto no Rio de janeiro no dia 28 de março de 1968, representou um símbolo para o movimento estudantil em sua luta pela democracia, o soldado MÁRIO KOSEL FILHO, morto na madrugada do dia 26 de junho de 1968, pode representar o radicalismo de grupelhos que, ao contrário dos verdadeiros democratas, se valiam da morte de inocentes, não para lutar pela democracia, mas apenas para mudar a cara da ditadura vigente, dando-lhe o contorno assassino daquela existente em Cuba e ainda, dando razões de sobra para que radicais militares exercessem o pleno direito de também radicalizar.

Se é para se estabelecer a verdade, que ela seja simplesmente verdadeira e profunda para denunciar aqueles falsos democratas que diziam lutar pela democracia.

A tal de Comissão da verdade é um erro histórico de um Brasil, governado por um bando de ladrões do dinheiro público, que se quer ver dividido, rancoroso, cretino e MENTIROSO.



 
Em casa. PDF Imprimir E-mail
Notícias - Política
Postado por Manoel Santos   
Qua, 16 de Maio de 2012 18:40
Chegando hoje de viagem da terra das Alterosas, nascedouro do verdadeiro PAC MAN.

Enfim, lar doce lar.

Vamos ver o que a petralhada aprontou desta vez. 
 
A Vovó Petralha é cascateira! PDF Imprimir E-mail
Notícias - Política
Postado por Manoel Santos   
Ter, 15 de Maio de 2012 07:19
Militar da reserva acusado por Dilma de tortura nega crimes
Ele não escondeu que pode mentir no processo que sofre do Ministério Público Federal

TATIANA FARAH - O GLOBO

De bermuda e chinelos, com uma barriga que extrapola a barra da camiseta branca e puída, o tenente-coronel reformado Maurício Lopes Lima nem de longe lembra o homem da pomposa foto do Exército, o mesmo acusado pela presidente Dilma Rousseff e por dezenas de presos políticos de torturas e abusos durante o regime militar. Aos 76 anos e se dizendo "quase gagá", Lima ficou trancado em seu apartamento, sozinho, esperando que os manifestantes do Levante Popular da Juventude fizessem seu esculacho, na porta do prédio de classe média onde mora no Guarujá, litoral paulista.

Alguns vizinhos desceram dos apartamentos para ouvir os jovens gritando que, "sob a aparência de um senhor aposentado, se esconde um monstro que assassinou camaradas, trabalhadores e estudantes".

Relutante, o militar da reserva acabou recebendo a reportagem em seu apartamento. Negou os crimes de tortura e não escondeu que pode mentir no processo que sofre do Ministério Público Federal, que o acusa de cometer crimes contra 20 pessoas, entre eles três assassinatos. Lima conta que esteve com Dilma em três ocasiões e que a então guerrilheira era "durona", mas não pegava em armas.

O GLOBO. O que o sr. acha da manifestação desses jovens?
MAURÍCIO LOPES LIMA: Acho um besteróide. O Partido Comunista do Brasil e o Partido Comunista Brasileiro em tempos passados tentaram revolucionar este país. Agora, pelo menos, eles estão levando a garotada para a bagunça. O PCdoB levou a garotada para a Guerrilha do Araguaia. Eles são os culpados, eles que fizeram a guerrilha. Nós cumprimos um papel de quem reage.

O sr. é processado pelo Ministério Público Federal pela morte de Virgílio Gomes da Silva (o "Jonas", da Aliança Libertadora Nacional-ALN). Qual a sua defesa?
LIMA: Eu não estava lá. Foi no dia 29 de setembro e eu entrei na Oban (Operação Bandeirantes) em 5 de outubro de 1969.

Ele já estava desaparecido?
LIMA: Ele estava morto mesmo. Eu tive notícias, eu não sabia que era Virgílio, mas sabia que um terrorista tinha morrido ali.
O senhor é acusado de outros cinco desaparecimentos pelo MPF...
LIMA: Outros cinco? Vocês ainda acreditam no Ministério Público Federal? Ele mente.

E há denúncias de tortura (são 20 acusações)...
LIMA: Existe uma coisa que é o livro do Frei Betto, o "Diário de Fernando". Ele demonstra a força do coletivo: tinha o coletivo da cela, o coletivo da ala. E o que o coletivo assumia passava a ser verdade. Quando chegava a parte do advogado, ele já fazia de comum acordo com o que estava previsto no coletivo. Sobre a morte do Virgílio? Eu não estava lá. Sobre a tortura da filha do Virgílio, eu não estava lá.

O senhor tem uma cópía da ficha da Dilma no Dops, aquela que dizem que é falsa. Ela é falsa?
LIMA: Pode ser. O Dops era uma organização que tinha vida própria. O Dops era uma coisa, a OB (Oban) era uma coisa. Inclusive havia um conflito imenso entre o Dops e a Oban. Motivo: (delegado) Fleury. Porque o Fleury queria fazer certas coisas que nós não concordávamos. Fleury escondia informações. Fleury fazia o que queria.

E disseram que ele ganhava um dinheiro também?
LIMA: O problema de ganhar dinheiro depende da... eu não ganhei nenhum tostão. O delegado eu não sei. Eu posso até ter certeza de que, ele era um homem que frequentava a noite, mas eu não tenho como acusar.

O sr. esteve em algum momento com a presidente Dilma?
LIMA: Eu tive três momentos. O primeiro quando ela foi presa. Nós tínhamos a suposição de que ela era a Dilma e não tínhamos certeza. Chegaram para mim e disseram "Maurício, você tem o dossiê da Dilma?". E eu: "tenho."

O que dizia esse dossiê?
LIMA: O nome, o nascimento, o nome do amante (risos), o que ela era na organização etc.

E o que ela era na organização?
LIMA: Ela era amante de um dos dirigentes (ele se refere a Carlos Araújo, o "Max", da VAR-Palmares). Mas ela tinha ação. Ela fazia uma ligação entre a cúpula e as regionais. Disso eu não tenho dúvida.

Ela pegou em armas?
LIMA: Não. Chegou aqui um jornalista, me tentou de todas as maneiras dizer que a Dilma tinha pego em armas. Mas eu digo: como é que eu vou dizer se eu tenho certeza que ela não pegou.

Mas aí ela já estava presa e o sr. precisava identificar se era ela mesmo?
LIMA: Eu cheguei e falei: dona Dilma Vana Rousseff Linhares, a senhora nasceu em tanto, na cidade de tal, seu pai era tal, o seu marido. Quando eu falei no amante dela, ela falou: "É, eu sou a Dilma mesmo, você sabe mais do que eu". Dois dias depois, ela foi designada para percorrer os locais que ela denunciou. O primeiro que ela denunciou era uma fábrica de bombas que já tinha explodido. E eu: "ih, essa daí..." A segunda foi um pé-de-chinelo que Deus me livre e a terceira foi um terrorista que morava com a mãe em um aparelho.

Ela não entregou ninguém importante (para a organização)?
LIMA: Importante ela não entregou.

O sr. achou que ela era "jogo duro"?
LIMA: Eu já sabia. Ninguém galga uma certa posição numa organização sem ter coragem. Vocês estão vendo a Dilma aí, o que ela faz. O Lula, com todo o endeusamento, nem pensou em fazer e ela está fazendo. Então, calma que ela não é, como eu digo, não é flor que se cheire. Ela é durona. Ela enfrentou o próprio Lamarca e o Lamarca era meio "tantã", certo? Podia ter dado um tiro nela tranquilamente. E ela enfrentou e conseguiu dinheiro, conseguiu armas quando teve a separação da VAR-Palmares (de Dilma) com a VPR (de Lamarca). As duas organizações se uniram por um pequeno prazo, acho que uns três meses.

E a separação maior foi pelo dinheiro do cofre do Adhemar de Barros?
LIMA: O dinheiro e o armamento. A Dilma exigiu a divisão do dinheiro e do armamento.

Brigar com os líderes do Congresso hoje é "fichinha" para ela?
LIMA: Sim. Eu não tenho nada contra ela. Acho que foi uma boa guerrilheira. Agora, dizer que era boazinha, não, não. Mas não pegou em arma. Isso eu garanto. Eu não encontrei a mais leve. Para mim, seria ótimo dizer que ela era terrorista. Não é. Ela pertencia a uma organização subversiva e acabou. Na auditora, ela declara que não pode aceitar o capitão Maurício Lopes Lima como testemunha porque ele é um dos torturadores da Oban. Ela declarou isso e mais dois ou três declararam a mesma coisa. Por favor, foram depoimentos arrumados. Ela disse várias vezes (em entrevistas posteriores) que eu não a torturei. O direito de qualquer réu é não criar provas contra si. Isso quer dizer: pode mentir que não tem problema.

O sr. está dizendo que Dilma mentiu?
LIMA: Não. Ela exerceu um direito. É diferente de chamar apenas de mentirosa. Como agora no julgamento, se for necessário, eu posso exercer esse direito também. Isso é inerente à Justiça brasileira.

Por que a presidente disse, em entrevista, que o sr. não "batia bem da bola"?
LIMA: Porque eu entrava nos aparelhos, aquele negócio, eu não tinha medo. Se me dessem tiro, eu dava tiro também.

O sr. matou muita gente?
LIMA: Não, não matei ninguém.

Nem em confronto?
LIMA: Em confronto morreram dois comigo, que são justamente dois casos que estou sendo acusado pelo Ministério Público, que foram Antonio dos Três Reis e Alceni (Maria Gomes da Silva). Me disseram que em um aparelho, dentro de um alçapão, poderia ter um terrorista. Abri o alçapão, saiu um terrorista e me deu seis tiros. Eu saltei para trás, rolei e saí da linha de tiro.

O sr. tem as marcas de bala?
LIMA: Nenhuma. Não acertou nenhuma. Um blog comunista disse que era muito engraçado não ter acertado nenhuma. É que o "lá de cima" não é comunista. Se fosse, tinha acertado. Não tenho culpa. Tenho sorte. Virei quase uma lenda de "corpo fechado" por causa dessas porcarias. Ele descarregou a arma, deu uma paradinha de uns três segundos, deu mais um tiro e aí o acertaram.

O sr. estava com colete? Já se usava naquela época?
LIMA: Não se usava nem colete nem mulher. Se precisasse de uma mulher tinha uma peruca. Ficavam lindos, de peruca na campana.

O sr. imagina que vá ser convocado para a Comissão da Verdade?
LIMA: Que verdade? Tem um livro chamado Direito à Memória e à Verdade feito pela Presidência da República. Ali só contém mentira. Ali foram coletadas as declarações à auditora (militar).

E as declarações feitas sob tortura? Não são mentira?
LIMA: A defesa de todos é que tinham sido torturados.

E não foram?
LIMA: Tenho certeza que muitos não foram. Não vou dizer nomes.

A presidente Dilma não foi torturada?
LIMA. Não sei, não sei, não sei.

Não tinha a cadeira do dragão lá, o senhor nunca viu?
LIMA: Vi, opa! Mas a cadeira do dragão tem várias coisas. Ela tem por exemplo o intuito de deixar a pessoa... Uma das defesas da pessoa são os gestos. Estou me defendendo aqui, estou fazendo os gestos. Quando você prende mãos, a pessoa fica sem (defesa).

Ah, coronel, por favor, o senhor acha que era isso que faziam na cadeira do dragão? Amarrar a pessoa?
LIMA: Muitos nem se amarravam. Por exemplo, tinha os cubanos, os que fizeram curso em Cuba. Esses daí não precisava torturar em nada. Com a prisão eles contavam tudo. Motivo: o curso em Cuba colocava tal medo nas pessoas que, quando o "cubano" caía aqui, ele dizia: não precisa fazer nada comigo que eu conto tudo.

Mas existem laudos médicos que mostram que as pessoas foram torturadas.
LIMA: Sim, mas quantos? Em 30 mil, quantos?

O sr. acha admissível a tortura como método de investigação?
LIMA: Eu não, mas tem várias pessoas que aceitam. Existem várias correntes que dizem que a tortura para se conseguir as informações é melhor do que deixar de capturar o terrorista.

Mas mesmo assim o senhor nunca torturou?
LIMA: Não, eu não precisava.

O sr. é acusado também também de ter torturado o Frei Tito.
LIMA: Absolutamente. Fui ver o Frei Tito ele já com os braços cortados e o levei ao Hospital das Clínicas. Ele havia tentado se suicidar.

O sr. se arrependeu de alguma coisa?
LIMA: Não. O que eu quero que você saiba é que eu não acuso ninguém de mentira. Esse combate todo é uma mentira.

 
Mais uma vez: ELES ESTÃO CERTÍSSIMOS. PDF Imprimir E-mail
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Postado por Manoel Santos   
Ter, 15 de Maio de 2012 07:14
Militares da reserva vão monitorar Comissão da Verdade
Criado pelo Clube Naval, grupo reúne membros da reserva e quer contestar possíveis ataques

MARCELO REMÍGIO - O Globo

Sete militares da reserva que integram o Clube Naval, no Rio, vão se reunir quinta-feira para avaliar o primeiro dia da Comissão Nacional da Verdade, previsto para esta quarta-feira. A equipe, presidida pelo almirante Tibério Ferreira, compõe a Comissão Paralela da Verdade, criada pelo clube para monitorar as informações divulgadas pelo grupo nomeado pela presidente Dilma Rousseff. Os militares pretendem fazer um contraponto em caso de ataques.

Para o presidente do Clube Naval, vice-almirante Ricardo Antônio da Veiga Cabral, o trabalho da Comissão Nacional da Verdade tem forte probabilidade de respingar de modo negativo nas Forças Armadas, caso "os militares não tenham voz". O grupo paralelo foi criado em 26 de março último e, segundo Cabral, prestará assessoria jurídica aos militares que, eventualmente, prestem depoimento na comissão.

— É preciso ouvir o outro lado também. Tudo precisa de um contraponto, por isso criamos a comissão. Quando a divulgação não for favorável e não tivermos chances de defesa, divulgaremos nosso contraponto. A comissão precisa ser de Estado e não de governo, para resultar em um levantamento histórico — disse Cabral, que analisa a composição da Comissão da Verdade. — Não temos nada contra os membros da comissão, mas, sim, algumas ressalvas. A ex-advogada da presidente Dilma (Rosa Maria Cardoso da Cunha), por exemplo, está na comissão. Um advogado vai sempre defender a causa de seu cliente. Assim, não fica equilibrado.

Todos os militares integrantes da Comissão Paralela da Verdade são da reserva da Marinha, acompanharam o golpe de 1964 e a ditadura militar.

— Hoje, a maioria dos oficiais da ativa na Marinha não era nascida em 1964, só ouviu o que as pessoas falaram sobre o período. Precisamos acompanhar os resultados da comissão — ressalta Cabral.

Deputado federal com reduto eleitoral entre militares, Jair Bolsonaro (PP-RJ) disse nesta segunda-feira que o grupo criado pelo Clube Naval foi a maneira encontrada pelos oficiais da reserva para contestarem os depoimentos previstos para a Comissão da Verdade.

— Não vamos admitir depoimentos secretos na Comissão da Verdade, trabalhamos para que isso não aconteça. Tem gente nomeada para essa comissão que já militava em grupos de esquerda em 1962, antes dos governos militares, a partir de 1964. Com esse monitoramento, o Clube Naval e os militares vão romper o silêncio. Queremos colaborar com o levantamento — afirmou.

 
O Pinguça, safado que é, como sempre nega. PDF Imprimir E-mail
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Postado por Manoel Santos   
Ter, 15 de Maio de 2012 07:11
Planalto agora quer tolerância zero com Delta Construções
Presidente cobra investigação detalhada da AGU em todos os contratos ainda em vigor

O GLOBO - BRASÍLIA

Até o mês passado líder absoluta em obras do PAC, a construtora Delta caiu em desgraça no Palácio do Planalto. A ordem da presidente Dilma Rousseff transmitida a seus auxiliares é não só acelerar o processo na Controladoria Geral da União (CGU) para declarar a empresa inidônea, mas também que se aplique um sistema de tolerância zero na análise dos contratos em vigor com a construtora. O objetivo do Planalto, segundo fontes do governo, é usar qualquer falha da empresa para retirá-la de contratos em vigor, já que esses não são atingidos pela declaração de inidoneidade, respeitando os aspectos legais e jurídicos.

O foco inicial são as licitações que a empresa ganhou em parceria com outras construtoras, pois a sócia poderia assumir a parte da Delta sem provocar a interrupção da obra. Esse foi o caso da reforma do Maracanã e da Transcarioca. As principais obras da construtora com o governo federal — como a da ferrovia Leste-Oeste e a Transposição do Rio São Francisco — foram feitas justamente em consórcios.

A presidente Dilma Rousseff tomou a decisão de tratar a Delta como "empresa non grata" após o primogênito da família controladora da JBS, José Batista Júnior, dizer à "Folha de S.Paulo" que a compra da construtora pelo grupo tinha apoio do governo. A repercussão foi ruim e, no Planalto, ainda pior. Assessores de Dilma dizem que as primeiras informações sobre a venda da construtora chegaram a ela pela imprensa e que não teria havido qualquer consulta à presidente.

Diante do óbvio conteúdo explosivo da associação entre uma construtora envolvida com o bicheiro Carlinhos Cachoeira e uma empresa com 30% de capital do BNDES, o objetivo do Planalto era manter-se a uma distância segura do negócio para evitar que o desgaste o atingisse. A ordem até então era apenas dar andamento ao processo de inidoneidade na CGU. A partir do momento que Batista Júnior pôs a negociação dentro do Planalto, o governo sentiu que precisava reagir.

Interlocutores da presidente Dilma Rousseff passaram a afirmar de forma taxativa, nesta segunda-feira, que o Planalto não apoiou nem aprovou a negociação entre a J&F Holding e a Delta. Segundo esses relatos, a própria presidente definiu o tom da nota desmentindo que o governo tenha interferido no negócio, e fazendo questão de alertar que a CGU abriu processo em que poderá decretar que a Delta é uma empresa inidônea. A avaliação no Planalto é que, se algum setor do governo deu apoio ao negócio, não consultou Dilma.

O prazo para que a Delta apresente sua defesa termina esta semana, porém a CGU admite que enfrenta limitações de ordem prática para encerrar o processo contra a empresa. A ideia é finalizar o caso em junho.

Uma vez declarada inidônea, a Delta ficaria impedida de assinar novos contratos, mesmo nos casos em que já venceu concorrências públicas. Em relação aos contratos vigentes, só haverá cancelamento se os gestores de cada ministério avaliarem que houve descumprimento de compromissos contratuais, e se a decisão tiver impacto econômico positivo para a União. Ou seja, a declaração de inidoneidade não obriga o cancelamento automático de todos os contratos.

Nesta segunda-feira, o ex-presidente Lula negou, por meio de sua assessoria, que tenha tratado das negociações da compra da Delta por parte da holding do grupo JBS com o ex-presidente do Banco Central, Henrique Meirelles.

 
E a JBF vai comprar? Não soa estranho? PDF Imprimir E-mail
Notícias - Política
Postado por Manoel Santos   
Ter, 15 de Maio de 2012 07:05
Diz-se nos bastidores de Brasília que a ordem para a compra da DELTA/CAVENDISH para a JBS, partiu de DON CACHAÇONE.
Faz todo sentido.
Foi assim com o Panamericano de Sílvio, que passou a apoiar ostensivamente a quadrilha em sua TV.
E qual será a retribuição ao Cachaça que será dada por Cavendish?

Petrobras rescinde contratos com a Delta no Comperj
Estatal afirma que estudará solução para evitar atrasos no cronograma da obra

O GLOBO - BRASÍLIA

A Petrobras afirmou que, no dia 11 de maio, rescindiu os contratos com consórcios que tem a Construtora Delta como participante, no Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro. Segundo a petroleira, a decisão foi motivada por baixo desempenho.

"A Petrobras está estudando a melhor solução para evitar impactos no cronograma do Comperj", declarou a Petrobras, em nota, nesta segunda-feira.

De acordo com a estatal, foi mantido o contrato com a Delta na obra da etapa 2 da reforma e modernização da Unidade de Tratamento de Águas Ácidas da Reduc, que se encerra em junho.

Os contratos rescindidos são os firmados com os consórcios Itaboraí-URE e Itaboraí-HDT, compostos pelas empresas Delta, TKK Engenharia Ltda e a Projectus Consultoria Ltda. Segundo a Petrobras, o contrato com o Itaboraí-URE, no valor de R$ 532 milhões, foi celebrado para realização de serviços de construção e montagem da Unidade Industrial de Tratamento, Recuperação e Armazenamento de Enxofre. Já o contrato com o Consorcio Itaboraí–HDT, no valor de R$ 311,5 milhões, era para prestação de serviços de construção e montagem da Unidade de Hidrotratamento de Nafta.

Em relação ao movimento de greve no Comperj, a Petrobrás afirma que ele foi encerrado e os trabalhadores retornaram ao trabalho no dia 9 de maio.

 
A economia BIRUTA de uma Véia senil. PDF Imprimir E-mail
Notícias - Economia
Postado por Manoel Santos   
Ter, 15 de Maio de 2012 06:48
Vocês sabem que torço fervorosamente para que a economia brasileira vá para o fundo do poço.
O motivo é bem simples:

Se a única coisa que pode fazer este povo destrambelhado acordar e jogar esta quadrilha no lixo é o próprio bolso, pois então, que se dane o bolso do povo.
Depois, aparecerá alguém com competência, como apareceu antes, que coloque as coisas em seu devido lugar, visto que o que essa turma faz melhor é assaltar o bolso do brasileiro.

Pois que venha a derrocada econômica e traga junto com ela a verdadeira limpeza que este país precisa.

Como os sábios analistas políticos dizem: "É a economia estúpido."
Pois que seja.

Dólar cruza a barreira dos R$ 2 e ameaça a inflação
Moeda chega a R$ 2,003 e fecha a R$ 1,99. Mantega diz que não há preocupação, mas analistas temem efeito sobre inflação

BRUNO VILLAS BÔAS / GABRIELA VALENTE / MARTHA BECK - O Globo

RIO — Sob o clima de pânico que tomou conta dos mercados financeiros internacionais, o dólar comercial cruzou ontem a importante barreira de R$ 2 pela primeira vez em quase três anos. O temor da saída da Grécia da zona do euro, além da derrota do partido da chanceler Angela Merkel nas eleições regionais alemães, levou o câmbio a ser negociado a R$ 2,003 no meio da tarde de ontem, antes de fechar a R$ 1,990, numa alta de 1,74%, o maior valor desde 10 de julho de 2009. Com a rápida escalada, o câmbio passou a acumular uma valorização de 6,47% frente ao real neste ano, o maior avanço entre as 16 principais moedas do mundo. Economistas manifestam uma preocupação crescente com o câmbio, o que pode ter impactos sobre a inflação e a política de corte de juros. E questionam se o governo brasileiro e o Banco Central (BC) não podem ter ido longe demais em suas intervenções na cotação da moeda em março e abril.

Ontem, o dólar comercial valorizou-se no mundo inteiro. A moeda americana avançou frente à coroa sueca (1,41%), ao rand sul-africano (1,37%) e ao peso mexicano (1,18%). Mas o avanço foi maior em relação ao real. Segundo Nathan Blanche, especialista de câmbio da Tendências Consultoria, isso seria resultado da "muralha" criada contra a entrada de dólares no país, por meio de medidas como o aumento o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).

— Quando o governo parou de intervir no câmbio, a moeda estava em R$ 1,90. O mercado entendeu que esse era o patamar que o governo queria a moeda. O dólar está agora a R$ 2. A impressão é, portanto, de um barco sem leme — diz Blanche.

Sinal de alerta entre técnicos do governo
Já Sidnei Nehme, analista da NGO Corretora, avalia que o governo alardeou uma "guerra cambial" que pode não se confirmar e levar o dólar a R$ 2,20 nos próximos meses.

— Para conter o dólar, o governo precisaria agora rever suas intervenções, o que significaria desmentir a "guerra cambial", a "enxurrada" e o "tsunami". Isso teria um preço politico desgastante perante a comunidade financeira mundial.

Segundo Eduardo Velho, economista-chefe da Prosper Corretora, mesmo com esse eventual desgaste, o governo precisa intervir no dólar para impedir os impactos sobre inflação. Ele cita operações como swap cambial (equivalente a uma venda de dólares no mercado futuro), venda de divisas à vista e via leilões no mercado a termo.

— Para mim, a surpresa não chega a ser a valorização rápida do dólar frente ao real, mas a surpreendente ausência da autoridade monetária vendendo moeda para conter essa rápida alta — avalia Velho.

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, reafirmou ontem que a alta do dólar não preocupa o governo, pois torna a indústria brasileira mais competitiva. No entanto, nos bastidores da equipe econômica, técnicos admitem que a disparada da moeda americana decorrente da recente turbulência na Europa já provoca alguma ansiedade pelo impacto na inflação, que deu sinais de alta em abril. Esse impacto não seria imediato, pois existem fatores que têm contribuído para a queda dos preços, como a redução das cotações de commodities (matérias-primas) no mercado internacional e redução do ritmo de expansão da economia brasileira. Por isso, a ideia no momento é acompanhar com lupa as oscilações no câmbio e avaliar se seria preciso reverter alguma das medidas de controle de capitais adotada no início do ano.

— Ainda existe um processo de desinflação na economia. Se o IPCA ficou acima do esperado em abril, também ficou abaixo do esperado em março. Por isso, o momento é de observar a oscilação cambial. Se o dólar continuar disparando, isso pode vir a assustar em algum momento — disse uma fonte da área econômica.

O BC também tem acompanhado as variações de perto e continuará a agir para evitar sobressaltos na cotação. Desde fevereiro, a atuação da autarquia foi para elevar a cotação do dólar: enxugou R$ 18,2 bilhões do mercado financeiro em compras de dólares tanto à vista quanto no mercado futuro, segundo os dados mais recentes do BC. Esse mesmo tipo de instrumento pode ser usado agora num movimento contrário.

Os técnicos admitem que, no limite, uma disparada do dólar poderia até mesmo afetar os planos do governo de continuar reduzindo as taxas de juros no país. Essa medida, no entanto, não está sendo estudada no momento.

— O que está ocorrendo no momento é um movimento mundial de aversão a risco que precisa ser acompanhado — disse uma fonte.

Aposta em Selic a 8% no fim do ano
Pelas estimativas do economista Fábio Kanczuk, da Universidade de São Paulo (USP), cada 10% de alta do dólar sobre o real, distribuída em reajustes de produtos importados ou influenciados pelo mercado internacional, contribuem em pelo menos 1 ponto percentual para a inflação do ano.

Por enquanto, os analistas do mercado financeiro continuam a apostar que o BC aproveitará o espaço aberto pelas mudanças na rentabilidade da poupança e cortará ainda mais os juros. A previsão para a taxa básica (Selic) no fim de 2012 caiu de 8,5% ao ano para 8% ao ano. Já a aposta para o IPCA subiu de 5,12% para 5,22% neste ano.
O ministro Mantega, por sua vez, continua ressaltando os efeitos positivos sobre a indústria:

— O dólar alto beneficia a economia porque dá mais competitividade aos produtos brasileiros. Isso significa que a indústria brasileira pode competir melhor com os importados, que ficam mais caros, e exportar mais barato. Portanto, o dólar não preocupa.
Sobre o risco de a moeda ficar excessivamente valorizada, reafirmou que o dólar é flutuante.

Para o presidente em exercício da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), José Augusto de Castro, o dólar a R$ 2 é um alento, mas ainda não é possível comemorar porque não se sabe a trajetória da moeda daqui por diante. Ao participar do XXIV Fórum Nacional, Castro disse que seu desempenho dependerá do cenário externo.

— É um dólar virtual, não se sabe se vai se transformar numa taxa real — disse Castro, para quem o câmbio de equilíbrio seria de R$ 2,20.

Colaboraram Bruno Rosa, Lucianne Carneiro e Daniel Haidar

 
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